Pessoal,

Eu escrevi um artigo recentemente que foi publicado na ComputerWorld sobre como a Governança SOA pode ajudar as empresas na adoção de cloud computing, em especial, quando pensamos na utilização de serviços invocados diretamente da nuvem.

Abaixo o link original e o texto na íntegra.

Abraço,
Kleber

Link no site da Sensedia.

Como aumentar as chances de sucesso na nuvem – Por Kleber Bacili

Leia em Computer World
23/06/2010

Apesar de ter sido criado em 2006, em pouco tempo o conceito de cloud computing deixou de ser apenas uma tendência e se tornou um assunto bastante discutido e planejado pelas empresas de TI. Um levantamento feito pelo Gartner revelou que o modelo é prioridade para os CIOS brasileiros em 2010. Mas será que esses gestores conhecem os diversos contextos que podem ajudar suas empresas a se prepararem para cloud e estão atentos aos fatores que podem causar problemas para suas operações?

Cloud computing abrange uma série de conceitos como IaaS (Infrastructure as a Service), PaaS (Platform as a Service) e ainda o mais famoso de todos, SaaS (Software as a Service).

Durante uma palestra realizada na IV Conferência Anual de Tecnologias Empresariais, o analista e vice-presidente do Gartner, Daryl Plummer, afirmou que “apesar de estar fundamentada em conceitos já estabelecidos, a cloud computing ainda é, frequentemente, mal utilizada pelos gestores” e apontou governança SOA como uma importante ferramenta na obtenção de sucesso com a adoção de cloud computing.

Mas de que maneira governança SOA pode impulsionar a  maturidade de uma empresa para sua aplicação de cloud e de que forma ela aumenta as chances da empresa ter sucesso na adoção do conceito?
Cada vez mais serviços são disponibilizados na web e é cada vez mais comum as empresas adotarem soluções de negócio, como CRM e ERP, disponibilizadas na cloud no formato de SaaS. Com isso, cresce a necessidade de integração entre aplicações sendo usadas na nuvem com as aplicações internas.

Cresce, também, a dependência entre os processos de negócio da empresa e serviços utilizados a partir da nuvem. E, consequentemente, a falta de conhecimento das dependências entre aplicações, processos de negócio e serviços – internos ou na cloud – pode levar a interrupção dos negócios caso algum elemento crítico dessa malha de dependências pare de funcionar. É nesse cenário que as áreas de TI e negócios sentem a necessidade por Governança.

O primeiro passo é entender que Governança SOA está profundamente ligada com visibilidade e controle de responsabilidades. Conseguir saber quais aplicações existem, quais serviços são expostos e consumidos por quais aplicações e processos de negócio, ter informações ainda sobre componentes e rotinas reutilizáveis e sobre as integrações nos mais variados formatos usados pela empresa são preocupações constantes da Governança SOA.

Aliado a esse quesito de visibilidade, há o conceito de controle de responsabilidades, onde cada papel relacionado a criação e evolução dos itens listados acima precisa estar mapeado e atribuído a pessoas reais na empresas. É claro que existem vários níveis de maturidade diferentes e o desafio das empresas está em descobrir esse nível e definir seu processo de governança SOA com o “tamanho e peso” corretos.

Mas voltando a cloud, vamos a um exemplo para ilustrar o conceito da governança SOA aplicada a computação em nuvem: imagine o processo de negócio de cotação de seguro de carro. É normal que a precificação leve em consideração informações como: (i) o nível de criminalidade em determinadas regiões; (ii) histórico de pagamentos do proponente no mercado; (iii) informação sobre sinistros anteriores.  O(s) sistema(s) que suporta(m) esse processo de negócio pode ter, então, dependências de um serviço provido pelo IBGE (i); outro pela Serasa/Experian (ii) e um terceiro pela FENASEG (iii). E, caso algum desses provedores tenham problemas em seus serviços o processo de negócio de cotação, chave para a seguradora, pode parar de funcionar.

Todas as dependências entre os elementos mencionados nesse exemplo podem ser entendidas como invocações de serviços que caracterizam a abordagem SOA só que aplicadas ao novo conceito de cloud. Se a empresa determinar os responsáveis pelos diferentes tipos de elementos envolvidos numa solução e estabelecer processos e um ciclo de vida para controlar sua criação e evolução, a chance de sucesso, tanto em SOA quanto em cloud, especialmente SaaS, aumenta sensivelmente.

Com base nessas informações, é possível dizer que a Governança SOA permite que as empresas conheçam as dependências que seus negócios possuem de elementos externos, e, por isso, aquelas que investirem em governança antes de migrarem seus serviços para a nuvem estarão mais bem preparadas e com maiores chances de sucesso.

24 de April de 2010

Referências para SOA [1]

Pessoal,

frequentemente os leitores perguntam por livros de referência para SOA. Vou tentar centralizar alguns neste tópico, e ir atualizando de acordo com as sugestões de vocês. Podem usar os comentários, com novas sugestões ou feedbacks do material listado.

Em uma procura rápida pelo blog, já comecei a lista. Segue abaixo:

Livros:

SOA in Practice
Autor: Nicolai M. Josuttis
Web Services – Concepts, Architectures and Applications
Autor: Alonso, Casati, Kuno, Machiraju
SOA na Prática – Inovando seu negócio por meio de soluções orientadas a serviços
Autor: Fabio Perez Marzullo
Editora: Novatec
Ano: 2009
ISBN: 978-85-7522-201-0
SOA na Prática – A arte da modelagem de sistemas distribuidos
Autor: Nicolai M. Josuttis
Editora: Alta Books
Ano: 2008
ISBN: 978-85-7608-184-5
SOA – Principles of service design
Autor: Thomas Erl
Editora: Prentice Hall
Ano: 2008
ISBN: 978-01-3234-482-
  • SOA Design Patterns
    by Thomas Erl
  • SOA Principles of Service Design
    by Thomas Erl
  • Web Services – Concepts, Architectures and Applications
    Autor: Alonso, Casati, Kuno, Machiraju
  • SOA na Prática – Inovando seu negócio por meio de soluções orientadas a serviços
    Autor: Fabio Perez Marzullo
    Editora: Novatec
    Ano: 2009
    ISBN: 978-85-7522-201-0
  • SOA na Prática – A arte da modelagem de sistemas distribuidos
    Autor: Nicolai M. Josuttis
    Editora: Alta Books
    Ano: 2008
    ISBN: 978-85-7608-184-5
  • SOA – Principles of service design
    Autor: Thomas Erl
    Editora: Prentice Hall
    Ano: 2008
    ISBN: 978-01-3234-482-1

Revistas/periódicos que possuem colunas a respeito (algumas mais técnicas).

12 de April de 2010

SOA ajuda Cloud? Sim!

Pessoal, vejam uma matéria interessante levantando a bola sobre SOA + Cloud. Esta é uma discussão que sempre quis começar, e parece estar ganhando força.

Pergunta: Se quero expor serviços na “nuvem” (seja para aplicações, seja para processos), existe uma forma de ter serviços que representem as necessidades de negócio, sejam desacoplados, prontos para B2B, com arquitetura madura e etc?
Resp: Ah, tem sim :-) . E nós, escribas e leitores de SOA sabemos disso.

Segue matéria, leitura rápida!

Arquitetura SOA cria plataforma para cloud computing, diz IDC
De acordo com analista da consultoria, nuvem é uma das tecnologias responsáveis pelos investimentos na arquitetura orientada a serviços, que devem crescer até 25% em todo o mundo entre 2008 e 2013.

Por

COMPUTERWORLD/REINO UNIDO

Arquitetura SOA cria plataforma para cloud computing, diz IDC

De acordo com analista da consultoria, nuvem é uma das tecnologias responsáveis pelos investimentos na arquitetura orientada a serviços, que devem crescer até 25% em todo o mundo entre 2008 e 2013.
Por COMPUTERWORLD/REINO UNIDO

Os investimentos realizados na Arquitetura Orientada a Serviços (SOA, da sigla em inglês), vão crescer até 25% em todo o mundo entre 2008 e  2013, de acordo com a consultoria IDC. O vice-presidente de aplicações empresariais da IDC da Europa Central, Ruediger Spies, afirmou que o crescimento será liderado pelos países das Américas, seguido pela região chamada EMEA, que compreende Europa, Médio-Oriente e África.

A declaração contraria rumores de mercado que diz que os investimentos em SOA teriam chegado ao seu final. Segundo Spies, a crença não poderia estar mais errada. E uma das razões é que a arquitetura é uma das melhores maneiras de proporcionar uma plataforma para implantar computação em nuvem.

Segundo Spies, é verdade o fato de que SOA ajuda no alinhamento entre a tecnologia e as necessidades de negócios. No entanto, a única forma de ter sucesso é pensar no longo prazo. “Arquitetura não é uma coisa simples, é um projeto que deve estar na pauta por alguns anos. O ciclo de vida chega a ser maior que os projetos de ERP, que chegam a durar entre 12 e 13 anos”, diz.

A escolha do arquiteto SOA é um dos pontos cruciais no sucesso da empreitada. O profissional precisa ser experiente, bem aceito tanto pelas áreas de negócios quanto de tecnologia, além de ser capaz de enxergar o valor da arquitetura para os negócios, além de fazer com que a área de negócios entenda as contribuições que SOA pode proporcionar em todas as pontas.

Se bem implantado, a SOA ainda cria uma base para estratégias de gerenciamentos de processos de negócios (BPM, da sigla em inglês), que por sua vez influencia na implantação adequada de cloud computing. “Se a empresa estiver em dia com SOA, terá um caminho desenhado para a arquitetura de processo e a arquitetura de informação, elementos responsáveis pelo alicerce das tecnologias e pela integração das mesmas”.

fonte: computerworld

06 de April de 2010

Davi x Golias em SOA

Pessoal,

Li um artigo da ZapThink recentemente que contrasta os fornecedores de infraestrutura para SOA (ferramentas e middleware) num interessante embate entre empresas gigantes e as menores, focadas em SOA.

O artigo completo segue abaixo, mas me permito resumí-lo da seguinte forma:

  • O mercado SOA sofreu forte consolidação em seus fornecedores e hoje apresenta 5 big-players e alguns fornecedores menores (de nicho, startups e open-source)
  • Comentam sobre restrições que as empresas possuem quanto ao investimento em soluções de empresas menores e afirmam que o investimento nas big-players é tão arriscado quanto ou até mais;
  • Por fim, colocam também que o caráter mais inovador das ofertas aliada a uma política de preço mais agressiva e facilidades para influenciar a direção dos produtos são destaques positivos em se investir em empresas menores

A conclusão do artigo é bem interessante:

(…) ZapThink is very concerned that the rapid consolidation and maturation of the enterprise IT landscape will have a negative outcome on innovation in the marketplace. We believe that the consolidation is resulting in mammoth conglomerates of vendors that will be harder, more confusing, and more expensive to work with. We believe that there is just as much uncertainty around the future of the large vendor’s offerings as there are with startup offerings. In this light, we don’t believe that there’s anything more inherently risky about a startup solution than an established, incumbent vendor solution.

Grande abraço,
Kleber

Segue o artigo completo:

Including Startups in your SOA Infrastructure: A Guide for Enterprise Architects

Document ID: | Document Type: ZapFlash
By: Ronald Schmelzer | Posted: March 25, 2010

In a previous ZapFlashZapThink opined that Open Source Software could play an important role in your Service-Oriented Architecture (SOA) Infrastructure. Certainly, there were no architectural reasons why it couldn’t. As we explained in that article, the primary biases against OSS (if there are any) are from the people in the organization who have fear, uncertainty, or doubt about the risks or benefits of OSS. But of course, that article spoke at a fairly general level. Individual implementations or products might be better than others, or more suited for specific problems than others. This is where Enterprise Architects should spend their time focused – on the specific solutions to specific problems, rather than engaging in religious battles about the merits of entire classes of solutions.

Unfortunately, in addition to the biases against OSS, many companies have developed aversions to solutions from startup companies. Yet, in an environment where we are left with just a handful of incumbent companies remaining in the SOA infrastructure landscape, and these vendors have confusing collections of often conflicting and competitive infrastructure products, it might be a good time to revisit utilizing solutions from niche, best-of-breed, and often startup, solutions in your SOA environment. However, how do you do so without incurring substantial real or perceived risk? After all, it is the nature of a startup company to change, be acquired, or die. In this environment, EAs need to become wholeheartedly selfish: meet the requirements of the business in an agile manner by reducing the penalty for failure. In such an environment, startup solutions are not only feasible, but very appropriate.

Best of Breed in an Increasingly Suite World

Through a combination of consolidation, maturation, and the pressures of a tough economic environment, the landscape of enterprise IT software players has dwindled to a handful of companies that control the infrastructure for a vast majority of companies. Just like the auto industry experienced a period of rapid growth and diversity in the early part of the 20thcentury, only to consolidate down to the “Big three” in the United States and a similar number in countries around the world, we are now faced with the reality of a “Big Five” set of vendors in the enterprise IT marketplace, especially in the area of SOA infrastructure.

However, consolidation is not always a friend of innovation. Many have argued that the consolidation of the auto industry in the US by the late 1970s resulted in products that were unable to compete with offerings from overseas. Indeed, it’s in the period after the consolidation that the US manufacturers saw its most precipitous decline in worldwide share of automobiles. Why is this? Is it because large companies can’t innovate? Or is it that the large portfolio or products and services are confusing not only to customers but even to internal managers? When one company owns Pontiac, Buick, Oldsmobile, Chevrolet, and a myriad of other brands, how can anyone really tell when one product is best suited for a problem or another? These brands compete for dollars not only among customers, but among their own budgets. Much hay has been made of Microsoft’s internal competition and struggles that have hindered its own ability to compete. Why should it be any different for the enterprise IT software companies that have grown primarily through acquisition?

Innovation is incredibly important in an area of continued maturation such as SOA. More importantly, agility is a key benefit of SOA, which means that properly designed architectures should not only be implementation-neutral, they should be fairly immune to infrastructural change. In this light, vendor selection is less a matter of making sure your infrastructure works and more a matter of picking the right vendor for the job while balancing risk and economic factors. In this light, startup and niche companies offer just as much opportunity, if not more, to advance your architectural efforts than those of large vendors. The only things that differentiate the startups from the large vendors are three core issues: the scope of their offerings, the potential risk of company failure, and the ability to negotiate price to your benefit.

Mitigating the Startup Risk: Enterprise Software and Cloud / SaaS Concerns

The biggest risk that many cite in working with startup companies is the risk that they might simply no longer exist. This fear is especially pronounced for companies that must spend a considerable amount of time and money implementing the solutions. If an enterprise is involved in a multi-year effort to implement a large-scale, highly visible, and important solution for the company, then in many cases startup solutions are ruled out very early in the vendor evaluation process. This is even if the startup company offers a better, more appropriate, and more innovative solution. The real issue here is whether the risk of company failure, real or perceived, should outweigh the loss of solution appropriateness and innovation. Or in other words, does it make sense for companies to implement less-optimal solutions based on what they know today because they fear an unknown event in the future?

Rather than rule out startup solutions out of hand, companies should mitigate vendor failure by incorporating such contingencies in their enterprise architecture. We would argue such vendor mitigation plans should be made for well-established vendors as well, since internal political or budgetary battles might result in the disappearance of even decades-old products.

There are two major areas of mitigation for enterprise IT vendor products: products that companies install, manage, and own in their own infrastructure (traditional enterprise software products sold by the license), and those solutions that are run and managed on the vendor’s infrastructure (such as Cloud or Software-as-a-Service [SaaS] offerings). In the case of licensed enterprise software, it has long been a practice of end-user companies to require that the vendor’s software code be held in escrow such that if the vendor goes out of business, it is transferred to the ownership of the end-user customer. While this is a far from optimal solution (after all, the company has no knowledge or ability to do much with the code), it provides some level of comfort to the buyers that the code at the very least won’t disappear.

More complicated is a mitigation plan for Cloud / SaaS offerings. If a SaaS vendor disappears, what happens to the code? If a Cloud vendor goes under, what happens to the infrastructure? More importantly, what happens to your data? It’s not enough to simply require that the vendor hand over the code for their SaaS implementation; in the event of their failure, you have to also implement all the infrastructure that makes the Cloud work or keeps the SaaS solutions running. This is because the economic benefit of Cloud computing and SaaS solutions is that you’re not paying the full cost of owning and managing the solution. It is easy to mitigate the data component of the Cloud / SaaS default risk – simply make sure that you maintain a “local” copy of all relevant data.

However, in order to mitigate the loss of application functionality and infrastructure, a company needs to have a backup plan. Enterprise architects need to discover or implement comparable Services run internally or on another Cloud / SaaS service. Or, companies should require an escrow provision similar to what is provided by licensed enterprise software vendors – if the SaaS / Cloud vendor goes belly up, they have to hand over not only the code and data that makes the application work, but also configured infrastructure on which to run it. While the hope is that these escrow provisions will never have to be enacted, they provide the security blanket necessary to give one at least a psychological sense of security.

Negotiation Leverage: It’s on your Side with Startups

Mitigation and product functionality issues aside, there is another good reason to work with startup vendors: it’s much easier to get your way with smaller companies hungry for your business. Smaller vendors have less layers of corporate infrastructure, and many times you are in direct communication with the individuals responsible for the functionality of your implementation. In this way, it’s easier to get your voice heard on features or bug fixes. Don’t like the way something works or want a new feature? Pick up the phone and talk directly to the product or development managers, or even the CTO. Perhaps you’ll get a fix the same day or within a very short timeframe. Try that with one of the super-vendors.

It’s also easier to negotiate on price. While large vendors might be able to discount or cut the price on one of their offerings so they can make another one sweeter, the realities of large sales forces and commission structures requires them to keep their products at a certain (increasingly higher) price point. Smaller companies are more eager to negotiate, especially if you are a large enterprise that could be a marquee name for them.

Finally, it’s easier to get help with your specific implementation from startup companies. Many enterprise software startup companies know that their products are not plug-and-play and require some additional effort and expense to set them up. As a result, many startups have professional services arms whose goals are not to drive revenue for the company, but rather to support the products in customer installations. Unless the startup vendor charges for this additional service (and we regularly counsel them notto), you should consider this to be free consulting and professional services help. Use as much of this as possible, and even negotiate more into your contract. It is in yours and the startup’s best interests to make sure you get the value you require from your investment.

The ZapThink Take

As you can see from the past few ZapFlashes, ZapThink is very concerned that the rapid consolidation and maturation of the enterprise IT landscape will have a negative outcome on innovation in the marketplace. We believe that the consolidation is resulting in mammoth conglomerates of vendors that will be harder, more confusing, and more expensive to work with. We believe that there is just as much uncertainty around the future of the large vendor’s offerings as there are with startup offerings. In this light, we don’t believe that there’s anything more inherently risky about a startup solution than an established, incumbent vendor solution.

The only thing that has us concerned about the startup landscape is the shortage of new startups. We’ve seen a significant drop-off in new enterprise software venture creation. We are not entirely sure why this is. Is there simply less demand for new enterprise software solutions? Is there less opportunity for new enterprise software startups? Has the venture capital and finance community lost interest with enterprise software? Or has the area of innovation moved away from enterprise software? We hope none of these things are true. The enterprise still has leagues to go to get closer to the vision of loosely-coupled, agile, heterogeneous systems that can meet the ever-changing needs of business with high governance and low risk. There’s plenty of opportunity here. Startups: do your part innovating in this space. Enterprises: do your part and implement startup companies’ offerings so that innovation does not come screeching to a halt.

… e já colhe resultados!

Veja alguns trechos da matéria:

Synchro melhora eficiência nos processos com SOA

Decision Report 18/02/2010

A provedora de soluções tecnológicas para a área fiscal, Synchro adotou uma ferramenta que oferece à empresa dados gerenciais mais concretos para o acompanhamento diário do processo de desenvolvimento de software: identificação precoce de potenciais falhas em ativos de software e o conseqüente aumento da qualidade do produto que será entregue ao cliente.



O objetivo da companhia, ao trabalhar com o Sensedia Dashboard, era o acompanhamento sistemático da saúde arquitetural de projetos em desenvolvimento para antecipar potenciais problemas e evitar o retrabalho na fase de testes. A ferramenta foi desenvolvida pela Sensedia, empresa especializada em SOA (Arquitetura Orientada a Serviço) e reutilização de software.



(…) benefícios incluem a visibilidade dos gerentes que podem acompanhar a qualidade técnica e o desempenho dos times de desenvolvimento, sejam internos ou externos.


Veja a matéria completa aqui

Gartner Enterprise Technologies Summit é o único evento que fornece a você a mais rica e completa visão de SOA, BPM, EA, Modernização de TI, Web Services e a nova Web, Desenvolvimento de Aplicativos, Integração de Aplicativos e outras das principais tendências emergentes, incluindo Cloud Services. Em 3 fortes vertentes e mais de 18 sessões, a Conferência abrangerá tópicos muito interessantes para você se equipar a fim de sobreviver e prosperar em 2010.

Nossos analistas irão compartilhar sua pesquisa mais recente, analisar estudos de caso de usuários finais e fornecer dicas do mundo real para ajudar sua empresa a atingir a agilidade necessária.
Novidades deste evento
Como dedicar-se aos desafios de integração da modernização com os sistemas legados
O mapa para a evolução de SOA, Web Services e Web 2.0
O cenário da Cloud Services
Tecnologias da Web: Potencializando a Web, a SOA e outras tecnologias
Como a sua organização pode tirar o máximo proveito das tecnologias para redes de contatos sociais
O cenário do BPM
Melhores práticas da arquitetura empresarial

Aos navegantes,

Mês que vem acontece, em São Paulo, um dos principais eventos corporativos sobre SOA de 2010.  No evento anual do Gartner, além dos principais players em SOA (que é sempre um dos temas do evento), é possível apreciar palestras dos analistas Gartner, conhecer especialistas e fazer aquele network. Veja abaixo informações sobre local, data e inscrições.

Data: 13 e 14 de Abril de 2010

Localização: WTC Hotel, São Paulo

—-

Gartner Enterprise Technologies Summit é o único evento que fornece a você a mais rica e completa visão de SOA, BPM, EA, Modernização de TI, Web Services e a nova Web, Desenvolvimento de Aplicativos, Integração de Aplicativos e outras das principais tendências emergentes, incluindo Cloud Services. Em 3 fortes vertentes e mais de 18 sessões, a Conferência abrangerá tópicos muito interessantes para você se equipar a fim de sobreviver e prosperar em 2010.

Nossos analistas irão compartilhar sua pesquisa mais recente, analisar estudos de caso de usuários finais e fornecer dicas do mundo real para ajudar sua empresa a atingir a agilidade necessária.

Novidades deste evento

  • Como dedicar-se aos desafios de integração da modernização com os sistemas legados
  • O mapa para a evolução de SOA, Web Services e Web 2.0
  • O cenário da Cloud Services
  • Tecnologias da Web: Potencializando a Web, a SOA e outras tecnologias
  • Como a sua organização pode tirar o máximo proveito das tecnologias para redes de contatos sociais
  • O cenário do BPM
  • Melhores práticas da arquitetura empresarial

Veja mais informações no site: http://www.gartner.com/it/summits/brl37l/index.jsp

Nos vemos lá!

abraços,
Marcilio

23 de December de 2009

Boas Festas

Olá a todos,

Estou passando aqui para desejar, em nome de todos os colaboradores desse Blog, um Feliz Natal e um 2010 cheio de alegria e felicidade, e também de desafios para que possamos sempre nos aperfeiçoar!

Feliz Natal

Feliz Natal

Um Grande Abraço a todos,

- Jonas Galli

Imagine-se diante do seguinte problema e você precisando resolvê-lo: criar uma grande aplicação Web, com milhares de acesso concorrentes, lidando com terabytes de dados e recursos transacionais. Várias questões vêem a mente, tais como tecnologia, recursos de servidores, banco de dados, mecanismos sofisticados que precisarão ser construídos e etc. Se você for um bom arquiteto já vai querer saber sobre os requisitos não funcionais, de performance principalmente, mas vamos parar por aqui.
Provavelmente, atender as necessidades funcionais desta grande aplicação será o menor dos problemas. O “bicho pega” no volume de informação que será preciso manipular e ter acesso. Se você utilizar um banco de dados relacional e não se preocupar com mecanismos elaborados, o acesso a informação pode tornar-se o gargalo da sua aplicação, ou pode tornar-se difícil de encontrá-la e escalar.
Com muito esforço você pensa e com consegue adaptar o seu banco de dados relacional para atender a sua aplicação, e ele se adapta perfeitamente a várias realidades, a prova disso é a maturidade e o uso que demos a eles ao longo de todos esses anos. Mas veja que para isso é preciso muito esforço.
Existe hoje um movimento de tecnologias que prometem minimizar o esforço para manter e construir uma infra-estrutura de armazenamento de grandes volumes distribuídos. Chama-se NoSQL. O termo refere-se ao armazenamento de dados que não seja relacional. A solução de banco de dados NoSQL é baseada pares de chave/valor e vai muito além do que só isso.
Alguns projetos que seguem essa linha:
Voldemort
Cassandra
Dynamite
HBase
Hypertable
CouchDB
MongoDB
Talvez você possa considerar o uso deste estilo de armazenamento quando estiver diante do problema citado acima. E veja que esta tecnologia está intimamente ligada ao conceito de cloud computing.

Imagine-se diante do seguinte problema e você precisando resolvê-lo: criar uma grande aplicação Web, com milhares de acesso concorrentes, lidando com terabytes de dados e recursos transacionais. Várias questões vêem a mente, tais como tecnologia, recursos de servidores, banco de dados, mecanismos sofisticados que precisarão ser construídos e etc. Se você for um bom arquiteto já vai querer saber sobre os requisitos não funcionais, de performance principalmente, mas vamos parar por aqui.

Provavelmente, atender as necessidades funcionais desta grande aplicação será o menor dos problemas. O “bicho pega” no volume de informação que será preciso manipular e ter acesso. Se você utilizar um banco de dados relacional e não se preocupar com mecanismos elaborados, distribuição, o acesso a informação pode tornar-se o gargalo da sua aplicação, ou pode tornar-se difícil de encontrá-la e escalar.

Com muito esforço você pensa e consegue adaptar o seu banco de dados relacional para atender a sua aplicação, e ele se adapta perfeitamente a várias realidades, a prova disso é a maturidade e o uso que demos a eles ao longo de todos esses anos. Mas veja que para isso é preciso muito esforço.

Existe hoje um movimento de tecnologias que prometem minimizar o esforço para manter e construir uma infra-estrutura de armazenamento de grandes volumes distribuídos. Chama-se NoSQL. O termo refere-se ao armazenamento de dados que não seja relacional. A solução de banco de dados NoSQL é baseada pares de chave/valor, mas vai muito além do que só isso.

Alguns projetos que seguem essa linha NoSQL:

Talvez você possa considerar o uso deste estilo de armazenamento quando estiver diante do problema citado acima.

23 de November de 2009

SOA Manifesto

Olá a todos!

Acabou de sair do forno, no mês passado, o Manifesto SOA.

http://soa-manifesto.org/

Vários dos grandes autores sobre SOA participaram, incluindo aqui Thomas Erl, Joe McKendrick, entre tantos outros. Esse manifesto é um guia de princípios a serem seguidos quando tratamos de SOA.

Ou seja, Leitura Obrigatória!

Encontrei também um post no blog do Anne Thomas Manes, um dos autores do SOA Manifesto, muito interessante e explicativo. Vale uma boa leitura também, sem dúvida: http://apsblog.burtongroup.com/2009/11/the-soa-manifesto.html.

É isso aí, pessoal.

Acredito que esse assunto vai dar muito pano pra manga, com muitos comentários e, por que não, muitos novos posts aqui no Aquele Blog de SOA!

Participem!

Um Abraço,

– Jonas Galli

28 de October de 2009

Lembrete! Webinar SOA.

Aviso aos navegantes:

Só lembrando, amanhã vai acontecer o Webinar de Roadmap e Maturidade SOA. Aos interessados, a apresentação será entre 14 e 15 hrs. Evento na faixa, focado e rápido. Só não vai rolar Coffe Break ;-)

Maiores informações, vide post anterior: (Webinar: Maturidade e Roadmap SOA).

Abraços,
Marcílio