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	<title>Aquele blog de SOA &#187; Reúso</title>
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	<description>SOA? Veja bem...</description>
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		<title>O Modelo Canônico em uma abordagem SOA</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 20:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Varanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Reúso]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[Web Services]]></category>

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		<description><![CDATA[O modelo canônico é um facilitador para troca de dados entre serviços. Assim como o ESB (Enterprise Service Bus) atua como um mediador, permitindo que web services conversem uns com os outros sem a necessidade de criar um relacionamento ponto-a-ponto específico para cada um deles, um modelo canônico permite que sejam definidos esquemas para as [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O modelo canônico é um <strong>facilitador para troca de dados entre serviços</strong>.</p>
<p>Assim como o ESB (Enterprise Service Bus) atua como um mediador, permitindo que web services conversem uns com os outros sem a necessidade de criar um relacionamento ponto-a-ponto específico para cada um deles, um modelo canônico permite que sejam definidos esquemas para as entidades de uma organização (ex. <em>Cliente</em>, <em>Produto</em>, <em>Fatura</em>, etc..), desta forma, todos serviços fazem uso desse mesmo modelo de dados canônico, <strong>reduzindo o número de transações, o custo de infraestrutura e o custo de implementação</strong> e garantindo uma maior <strong>padronização</strong> como consequência do <strong>aumento do reúso</strong><strong>.</strong></p>
<p>Definir as entidades separadamente para cada serviço implica em um contrato de serviço (WSDL) totalmente customizado para cada serviço. Isto pode significar muita redundância, também conhecido como desnormalização de esquema.</p>
<p>Qualquer serviço que necessite fazer troca de dados pode traduzir sua versão de dados local para versão canônica.</p>
<p>Considere que uma empresa adquiriu outra empresa. Ambas as empresas possuem a entidade <em>Funcionário</em>. No entanto, o esquema de ambas as entidades são diferentes. Utilizando o modelo de dados canônico, basta que os dois serviços mapeiem seus dados para o modelo canônico, eles não precisam mapear de um para o outro ou serem individualmente reescritos.</p>
<p>A transformação de dados local para o modelo canônico ocorre mais frequentemente de três formas:</p>
<ul>
<li>O <em><strong>Consumidor 1</strong></em> chama o <em><strong>Serviço A</strong></em>. Ambos utilizam o modelo canônico, nenhuma transformação é necessária, <strong>sendo esta implementação a ideal</strong>;</li>
<li>O <em><strong>Consumidor 2</strong></em> chama o <em><strong>Serviço B</strong></em>. A transformação para o modelo canônico ocorre dentro do barramento;</li>
<li>O <em><strong>Consumidor 3</strong></em> chama o <strong><em>Serviço C</em></strong>. Um adaptador transforma a mensagem do modelo local do serviço para o modelo canônico.</li>
</ul>
<p>O modelo canônico existe para definir conceitos e agem como mediadores ideais.</p>
<p>O modelo canônico deve ser mantido de forma flexível e geral, dado que eles irão potencialmente absorver uma variedade de definições de entidades.</p>
<p>A evolução do modelo canônico implica na evolução do contrato do serviço (WSDL), já que o esquema faz parte do contrato do serviço (WSDL), sendo assim, será necessário re-gerar código do serviço.</p>
<p>A evolução do modelo canônico deve ocorrer através da governança SOA. Os esquemas podem ser versionados. Indicando explicitamente a versão do esquema no namespace, têm-se a liberdade para mudar apenas os serviços necessários no momento, sem a necessidade de alterar todos os serviços de uma só vez. Os demais serviços podem ser alterados ao longo do tempo, mas o ideal é que essa atualização não demore a ser feita. Ter muitas versões de esquema canônico em uso, pode levar a não se ter mais o esquema canônico. As atividades de governança para este processo devem estar bem definidas.</p>
<p>Abraço,<br />
Daniel Varanda</p>
<div id="attachment_1213" class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img class="size-full wp-image-1213" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2011/07/modelo_canonico.png" alt="Representação do Modelo Canônico em uma abordagem SOA" width="516" height="644" /><p class="wp-caption-text">Representação do Modelo Canônico em uma abordagem SOA</p></div>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Carnaval, futebol e SOA</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/04/carnaval-futebol-e-soa/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/04/carnaval-futebol-e-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 17:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Rosato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Reúso]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[Gartner]]></category>

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		<description><![CDATA[De carnaval e futebol todo o brasileiro entende. Mas não duvidem, nós brasileiros também entendemos e muito de SOA. O Gartner lançou o Quadrante Mágico de Governança SOA (Magic Quadrant for Integrated SOA Governance Technology Sets 2009) e a Sensedia, empresa brasileira, mereceu destaque no quadrante dos visionários. Ela é a primeira empresa nacional com participação neste quadrante. Vejam: [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De carnaval e futebol todo o brasileiro entende. Mas não duvidem, nós brasileiros também entendemos e muito de <strong>SOA</strong>. O Gartner lançou o Quadrante Mágico de <strong>Governança SOA</strong> (<em>Magic Quadrant for Integrated SOA Governance Technology Sets 2009</em>) e a <strong>Sensedia</strong>, empresa brasileira, mereceu destaque no quadrante dos <strong>visionários</strong>. Ela é a primeira empresa nacional com participação neste quadrante.</p>
<p>Vejam:</p>
<ul>
<li><strong>Mundo Java - <span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.mundojava.com.br/NovoSite/noticia.jsp?id=101">Gartner lança Quadrante Mágico em Governança SOA e destaca Sensedia como visionária</a></span></strong></li>
<li><strong>Executivos Financeiros - <span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.executivosfinanceiros.com.br/noticia_mostra2.asp?id=44240">Sensedia é posicionada como visionária no Quadrante Mágico de Governança SOA do Gartner</a></span></strong></li>
<li><strong>Baguete - <span style="font-weight: normal; "><a href="http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=33822">Sensedia, 1ª brasileira no Quadrante de SOA</a></span></strong></li>
</ul>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Estratégia Corporativa de Reúso</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/02/estrategia-corporativa-de-reuso/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/02/estrategia-corporativa-de-reuso/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 18:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Vessoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquele BLOG!]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reúso]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[Asset Reuse]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Reuse]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, bom dia. Hoje estou inaugurando minha participação neste blog como um colaborador e gostaria de postar um texto que escrevi para o blog do developerWorks; Aguardo comentários; boa leitura. Abraço Marcelo ===================== Há consenso no mercado e nas corporações que poucas ações podem trazer melhorias tão significativas no desenvolvimento de software quanto a possibilidade de reaproveitar [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;">Pessoal, bom dia.</div>
<div>Hoje estou inaugurando minha participação neste blog como um colaborador e gostaria de postar um texto que escrevi para o blog do developerWorks; Aguardo comentários; boa leitura.</div>
<div>Abraço</div>
<div>Marcelo</div>
<p>=====================</p>
<p>Há consenso no mercado e nas corporações que poucas ações podem trazer melhorias tão significativas no desenvolvimento de software quanto a possibilidade de reaproveitar e capitalizar o que já foi construído, testado e validado, permitindo que soluções existentes sejam implementadas rapidamente em novos contextos. Essa é a idéia do asset reuse, ou reúso de ativos. Com ele, migra-se do modelo do software artesanal para uma indústria de software mais madura, capaz de “montar peças” para compor novos sistemas.</p>
<p>Isso torna o processo de engenharia de software mais eficiente em termos de custo, produtividade e qualidade, e mais apto a responder com agilidade às mudanças nos processos de negócio.</p>
<p>Por essa razão, o desenvolvimento de software baseado em componentes vem se firmando cada vez mais como uma proposta concreta para a melhoria da produção de software, cujo processo passa a ter foco em:</p>
<ul>
<li><strong>Criação de ativos</strong> — sejam eles componentes (blocos de software com funcionalidades) ou serviços (funções de um sistema que são disponibilizadas na rede através de uma interface), base do modelo SOA — Service Oriented Architecture;</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Reúso de ativos</strong> — sejam eles parte do próprio capital intelectual da corporação, provenientes de comunidades de software livre ou comprados de terceiros.</li>
</ul>
<p>Os benefícios dessa abordagem são obtidos através da definição de uma estratégia corporativa de reúso, representada por mudanças em termos de negócio, processos, pessoas e ferramentas. Com isso, tem-se o necessário para a implementação, monitoração, governança e capitalização das ações. Pesquisas elaboradas por Ivar Jacobson e Jeffrey Poulin (referências mundiais em engenharia de software e reúso de ativos) apontam melhorias em produtividade da ordem de 100 a 400% e redução de defeitos e custos de manutenção de 80 a 90% para corporações que adotam reúso sistemático de ativos.</p>
<div class="img aligncenter size-medium wp-image-732" style="width:300px;">
	<a href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2009/02/imagem-minipaper1.jpg"><img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2009/02/imagem-minipaper1-300x235.jpg" alt="" width="300" height="235" /></a>
	<div>imagem-minipaper1</div>
</div>
<p>Na prática, a implementação dessa estratégia deve seguir uma trajetória caracterizada por um novo direcionamento executivo, no qual o investimento inicial é necessário e a governança passa a ser fator de sucesso ou fracasso. O retorno do investimento (ROI) tipicamente é obtido de médio a longo prazo, uma vez que os desafios da estratégia sejam superados. Porém, existem fatores comuns apresentados por corporações que tiveram êxito na implementação da estratégia de reúso.</p>
<p>O primeiro é a mudança no processo de engenharia de software, com a formalização de todos os pontos do ciclo de desenvolvimento nos quais a componentização pode ser considerada. É importante pensar em reúso desde o início, quebrando a solução em pacotes menores. O refinamento ocorrerá em etapas posteriores, contribuindo para a biblioteca de ativos. É necessária também uma arquitetura corporativa de referência, garantindo produtividade e uniformidade técnica ao portfolio de projetos da corporação.</p>
<p>Para um fornecedor de TI, outro fator é a criação de um modelo de licenciamento, no qual os ativos são precificados e vendidos como parte da solução, reforçando ao cliente o potencial de diminuição do preço final. O cliente, ao adquirir soluções compostas por ativos reutilizáveis, cria uma biblioteca que facilita a construção de novos sistemas.</p>
<p>Por fim, tem-se a necessidade de investimento (ou uso da receita com licenciamento) em uma unidade de negócios focada no gerenciamento dos ativos, ou seja, criação, manutenção, controle de versões, divulgação e mecanismos de incentivos. Essa unidade deve ter foco em governança e integração dos processos, apresentando métricas e visões gerenciais que possibilitem o acompanhamento dos seus benefícios, como ROI, economia de cada reutilização, ativos mais solicitados, entre outros.</p>
<p>Nesse mundo de reúso de ativos, SOA e engenharia de software madura, as corporações precisam assumir efetivamente o modelo de colaboração, compartilhando e reutilizando soluções, unificando esforços e boas práticas. Todos têm a ganhar ao não reinventar a roda.</p>
<p>Para saber mais</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Code_reuse">http://en.wikipedia.org/wiki/Code_reuse</a><br />
<a href="http://www.redbooks.ibm.com/redbooks/pdfs/sg247529.pdf">http://www.redbooks.ibm.com/redbooks/pdfs/sg247529.pdf</a><br />
<a href="http://books.google.com/books?id=wrFQAAAAMAAJ&amp;pgis=1">http://books.google.com/books?id=wrFQAAAAMAAJ&amp;pgis=1</a></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Reutilização de software na China?</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/08/reutilizacao-de-software-na-china/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/08/reutilizacao-de-software-na-china/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 12:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kleberbacili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Reúso]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Recentemente fiz uma viagem para a China para participar de um evento sobre Reutilização de Software (ICSR 2008), que aconteceu em Pequim (ou Beijing para os íntimos). Agora com todo o oba-oba das olímpadas, eu também gostaria de compartilhar algumas curiosidades dessa viagem com vocês: O aeroporto de Beijing é muuuuuito grande. Os espetinhos [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Recentemente fiz uma viagem para a China para participar de um evento sobre Reutilização de Software (ICSR 2008), que aconteceu em Pequim (ou Beijing para os íntimos). Agora com todo o oba-oba das olímpadas, eu também gostaria de compartilhar algumas curiosidades dessa viagem com vocês:</p>
<ul>
<li>O aeroporto de Beijing é muuuuuito grande.</li>
<li>Os espetinhos de comidas estranhas como escorpião, vermes e cobras são nojentos e fedorentos.</li>
<li>Quase ninguém fala inglês. Para se movimentar de taxi você precisa pedir para alguém do hotel escrever em mandarim o destino.</li>
<li>A cidade está muito bonita, cheia de flores, super limpa e com uma poluição a lá São Paulo.</li>
<li>Mas o que mais me impressionou em Beijing foi a quantidade de gente.</li>
<li>(vejam algumas fotos dessa cruzada pelo oriente mais abaixo)</li>
</ul>
<p>Mas falando agora sobre tecnologia (e mais especificamente sobre o evento), apesar da conferência ter um foco mais acadêmico, acabei participando de algumas boas apresentações. A mais interessante foi um workshop bem bacana com 2 pesquisadores renomados: Bill Frakes (http://frakes.cs.vt.edu/) e John Favaro (http://www.johnfavaro.com/) sobre iniciativas de reutilização de software e uma perspectiva econômica sobre os benefícios da reutilização. John Favaro mostrou como aplicar técnicas simples de economia e finanças como &#8220;Valor Presente&#8221; e &#8220;Taxa interna de retorno&#8221; para se ter uma visão mais precisa sob o aspecto financeiro (que nós computeiros normalmente negligenciamos).</p>
<p>De fato, fui convencido de que um bom programa de reutilização de software ou então uma boa iniciativa SOA devem adicionar algumas fórmulas financeiras em seu Business Case.</p>
<p>Se alguém quiser mais informações sobre isso, me mandem um e-mail (kleber.bacili@digitalassets.com.br).</p>

<a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/08/reutilizacao-de-software-na-china/dsc09528/' title='dsc09528'><img width="150" height="150" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/08/dsc095283-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Apresentação na Conferência de Reutilização (ICSR)" title="dsc09528" /></a>
<a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/08/reutilizacao-de-software-na-china/dsc09504/' title='dsc09504'><img width="150" height="150" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/08/dsc095043-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Espetinhos chineses? Não, não!!" title="dsc09504" /></a>
<a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/08/reutilizacao-de-software-na-china/dsc09536/' title='dsc09536'><img width="150" height="150" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/08/dsc095363-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Estádio Olímpico Ninho de pássaro" title="dsc09536" /></a>
<a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/08/reutilizacao-de-software-na-china/dsc09751/' title='dsc09751'><img width="150" height="150" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/08/dsc097513-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cidade Proibida" title="dsc09751" /></a>
<a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/08/reutilizacao-de-software-na-china/dsc09844/' title='dsc09844'><img width="150" height="150" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/08/dsc098443-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Muita gente? eis apenas um exemplo" title="dsc09844" /></a>

<p>Um abraço,<br />
Kleber</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Asset Management</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/04/asset-management/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/04/asset-management/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 14:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcilio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Reúso]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestão de carteira de investimentos ou componentes de software? A tarefa de se definir ou até mesmo refletir sobre Asset Management não é simples. Para começo de conversa, é necessário qualificar o ativo, ou seja, precisamos definir o que é asset. Esse termo é tipicamente utilizado nas áreas de economia, mídia e tecnologia. Economicamente, Asset [...]
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/06/avaliando-a-maturidade-em-soa/' rel='bookmark' title='Avaliando a maturidade em SOA'>Avaliando a maturidade em SOA</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gestão de carteira de investimentos ou componentes de software?</strong></p>
<p>A tarefa de se definir ou até mesmo refletir sobre Asset Management não é simples. Para começo de conversa, é necessário qualificar o ativo, ou seja,<span style="font-size:xx-small;font-family:Verdana;color:#666666;"><img style="padding:6px;" src="http://www.digitalassets.com.br/newsletter-digitalassets/asset-image.jpg" alt="" width="150" height="155" align="right" /></span> precisamos definir o que é asset. Esse termo é tipicamente utilizado nas áreas de economia, mídia e tecnologia. Economicamente, Asset Management remete a gestão da carteira de ativos financeiros, com foco em investimentos coletivos ou simplesmente ativos pessoais. Com relação à mídia, o conceito aborda a criação, publicação e gestão de imagens e outros arquivos de mídia.Em tecnologia, há duas formas usuais de Asset Management: controle de inventário de licenças de software; e a gestão de ativos de conhecimento como componentes de software, serviços e bibliotecas com o objetivo de organização e reutilização.</p>
<p>Nessa discussão, vamos nos concentrar no conceito de Asset Management, significando a gestão da criação e reutilização de componentes, serviços, bibliotecas, etc. de forma integrada ao ciclo de desenvolvimento de aplicações de software. A gestão de ativos tem obtido papel fundamental na implantação de estratégias de vanguarda no desenvolvimento de software, como Service-Oriented Architecture (SOA). Nestes casos, é vital ter controle do acervo de ativos. Asset Management possibilita uma visão do que já se tem pronto para ser monitorado, evoluído e reusado em diferentes contextos com o objetivo de encurtar o ciclo de desenvolvimento, reduzir custos e aumentar a qualidade na criação de aplicações de missão crítica.</p>
<p>Anote aí. Quando a questão é Asset Management, devemos pensar em governança, controle do acervo, economia e visibilidade das aplicações e reutilizações. Esta abordagem, juntamente com as ferramentas, métricas e processos adequados, pode fornecer diferenciais competitivos consideráveis para as áreas de TI das empresas.</p>
<p style="text-align:left;"><em>&#8211; </em><em>Marcílio</em></p>
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