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	<title>Aquele blog de SOA &#187; SOA para iniciantes</title>
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	<description>SOA? Veja bem...</description>
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		<title>Forrester: O ritmo de adoção SOA</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 11:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luis.moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[SOA para iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[Forrester]]></category>

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		<description><![CDATA[Forrester - Adoption Of SOA: Still Strong, Even In Hard Times
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/03/o-papel-dos-repositorios-soa/' rel='bookmark' title='O papel dos Repositórios SOA'>O papel dos Repositórios SOA</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.forrester.com/rb/Research/adoption_of_soa_still_strong,_even_in/q/id/56874/t/2">Forrester &#8211; Adoption Of SOA: Still Strong, Even In Hard Times</a></p>
<p>Olá Pessoal, li recentemente este Report do Forrester sobre o ritmo de adoção SOA e achei muito interessante, pois mata de vez aquele boato &#8220;Is SOA dead?&#8221; &#8211; segundo as pesquisas do Forrester, não!</p>
<p>Na verdade está longe de morrer, segundo o relatório: mesmo com a crise do ano passado abalando os departamentos de TI, dentre outros, SOA neste período continuou com um ritmo de adoção bastante forte, tanto por empresas de grande porte quanto por empresas de médio e pequeno porte.</p>
<p>A pesquisa também mostra que mais de 80% das empresas estão usando SOA agora (o agora é o Q42009) ou estarão até o final de 2010. E que o nível de satisfação continua alto: mais de 70% das empresas que estão adotando SOA se manifestaram satisfeitas com os resultados que estão conseguindo com a abordagem. No entanto, enfatizam que não foi fácil chegar aos resultados satisfatórios e que <strong>governança SOA é um fator crítico</strong> <strong>para o sucesso</strong>.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://soa-adocao"><img class="size-full wp-image-1153 aligncenter" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2010/10/forrester-soa-adocao.png" alt="forrester-soa-adocao" width="461" height="208" /></a></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Princípios Básicos de SOA &#8211; Serviços são Capazes de se Compor</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/08/principios-basicos-de-soa-servicos-sao-capazes-de-se-compor/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/08/principios-basicos-de-soa-servicos-sao-capazes-de-se-compor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 13:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo técnico]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[SOA para iniciantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! No último post escrevi sobre o princípio que define que serviços abstraem a lógica, com um exemplo de uso. Voltando a falar sobre os princípios básicos da arquitetura orientada a serviços, nesse post escreverei sobre o quinto item da nossa lista: os serviços são capazes de se compor. A cada princípio, eles se mostram [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>No último post escrevi sobre o <strong>princípio </strong>que define que <strong><a title="Serviços abstraem a lógica" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/05/principos-basicos-de-soa-servicos-abstraem-a-logica/" target="_blank">serviços abstraem a lógica</a></strong>, com um exemplo de uso.</p>
<p>Voltando a falar sobre os <strong>princípios básicos da arquitetura orientada a serviços</strong>, nesse post escreverei sobre o quinto item da nossa lista: os <strong>serviços são capazes de se compor</strong>. A cada <strong>princípio</strong>, eles se mostram cada vez mais complementares e, de certa forma, até mesmo intuitivos. Isso deve facilitar o entendimento dos <em>conceitos </em>aqui apresentados.</p>
<p style="text-align: center;"><div class="img wp-image-961" style="width:445px;">
	<img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2009/08/servicos-capazes-de-se-compor2.jpg" alt="Serviços são Capazes de se Compor" width="445" height="374" />
	<div>Serviços são Capazes de se Compor</div>
</div>
<p><span id="more-906"></span><br />
5. Princípio: <strong>Serviços são capazes de se compor</strong></p>
<ul>
<li>O que é:
<ul>
<li>A <em>característica </em>de os <strong>serviços capazes de se compor</strong> consiste em criar <strong>serviços </strong>que sejam capazes de se juntar e serem acessados de forma a englobar e atender um problema maior.</li>
<li>A <strong>composição </strong>dos serviços pode ser:
<ul>
<li><em>Primitiva </em>- quando há apenas a troca de mensagens entre um conjunto de <strong>serviços</strong>;</li>
<li><em>Complexa </em>- quando um conjunto de <strong>serviços </strong>oferece uma solução <em>lógica </em>sofisticada, ou seja, diversas trocas de <em>mensagens </em>entre um conjunto de serviços que são executados paralelamente.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
<li>Aspectos positivos:
<ul>
<li>O <strong>princípio </strong>de dividir para conquistar é muito conhecido há anos e tem como principal objetivo simplificar os problemas encontrados no dia-a-dia. Com possibilidade de criar <em>composições de <strong>serviços</strong></em>, eles tornam-se capazes de resolver grandes problemas com a complexidade de um simples <strong>serviço</strong>.</li>
</ul>
</li>
<li>Dificuldades:
<ul>
<li>A troca de mensagens entre os serviços pode torná-lo mais complexo e o <strong><a title="Princípio de Baixo Acoplamento" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-baixo-acoplamento/" target="_blank">princípio de baixo acoplamento</a></strong> não deve ser desrespeitado em detrimento disso. Os <strong>serviços </strong>devem <em>comunicar</em>-se para tornarem-se mais completos, e não interdependentes.</li>
</ul>
</li>
<li>Exemplo:
<ul>
<li><strong>Situação inicial:</strong> É necessário serviços de validação dos dados de um cadastro de usuários em um sistema. Os dados a serem validados são o CPF, o cartão de crédito e o endereço.
<ul>
<li>No <strong>barramento de serviços</strong> A, é possível descobrir o serviço de <em>validação </em>dos dados.</li>
<li>No <strong>barramento de serviços</strong> B encontramos 3 serviços:
<ul>
<li><em>Validador </em>de CPFs;</li>
<li><em>Validador </em>de Cartões de Crédito;</li>
<li><em>Validador </em>de Endereços.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
<li>No diagrama abaixo podemos ver como os <strong>serviços </strong>simples são capazes de se compor e resolver o problema mais complexo que é a <em>validação </em>de dados.
<ul>
<li>Cada seta ilustra a troca de mensagens entre os <strong>serviços</strong>. O <strong>serviço </strong>que valida os dados consulta cada <em>validador</em> individual e é responsável pela validação completa dos dados.</li>
<li>A troca de mensagens entre o serviço de <em>validação </em>de cartões de crédito e de validação de endereços é uma forma de aprimorar a simples validação do número do cartão junto à operadora de cartões de crédito.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<div class="img wp-image-959" style="width:400px;">
	<img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2009/08/composicao-de-servicos-exem.jpg" alt="Exemplo de composição de serviços" width="400" height="325" />
	<div>Exemplo de composição de serviços</div>
</div>
<p>No próximo post falarei sobre o sexto <strong>princípio </strong>da nossa lista: os <strong>serviços devem ser autônomos</strong>.</p>
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Princípos Básicos de SOA &#8211; Serviços Abstraem a Lógica</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/05/principos-basicos-de-soa-servicos-abstraem-a-logica/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/05/principos-basicos-de-soa-servicos-abstraem-a-logica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 13:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo técnico]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[SOA para iniciantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Após um tempo sem escrever, vou continuar explicando um pouco mais sobre os princípios básicos de SOA. Relembrando o que já foi escrito, passamos pelos primeiros três princípios, que tratam de serviços serem reutilizáveis, compartilharem um contrato formal e possuírem baixo acoplamento. Hoje vou falar sobre o princípio que diz que os serviços devem [...]
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-modelo-canonico-em-uma-abordagem-soa/' rel='bookmark' title='O Modelo Canônico em uma abordagem SOA'>O Modelo Canônico em uma abordagem SOA</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Após um tempo sem escrever, vou continuar explicando um pouco mais sobre os <strong>princípios básicos de SOA</strong>. Relembrando o que já foi escrito, passamos pelos primeiros três princípios, que tratam de <a title="Princípios Básicos de SOA - Serviços Reutilizáveis" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-servicos-reutilizaveis/" target="_blank">serviços serem reutilizáveis</a>, <a title="Princípios Básicos de SOA - Contratos Formais" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-contrato-formal/" target="_blank">compartilharem um contrato formal</a> e <a title="Princípios Básicos de SOA - Baixo Acoplamento" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-baixo-acoplamento/" target="_blank">possuírem baixo acoplamento</a>.</p>
<p>Hoje vou falar sobre o princípio que diz que os <strong>serviços </strong>devem <strong>abstrair a lógica</strong> nele contida. Ao final da explicação vou inserir um <strong>exemplo</strong> em <em>JAVA</em> para tentar ilustrar o <strong>princípio</strong> e facilitar a compreensão.</p>
<div class="img aligncenter size-full wp-image-860" style="width:500px;">
	<img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2009/05/4-carac_abstraemlogica.png" alt="" width="500" height="333" />
	<div>Serviços Abstraem a Lógica</div>
</div><br />
<span id="more-812"></span><br />
4. Princípio: <strong>Serviços abstraem a lógica</strong></p>
<ul>
<li>O que é:
<ul>
<li><strong>Serviços </strong>devem ser tratados como uma caixa preta, assim como <strong>componentes de um sistema</strong>. Assim sendo, a <strong>programação</strong> nele inclusa pode ser substituída a qualquer momento, sem afetar aqueles que o <em>consomem</em>.</li>
<li>Essa <strong>abstração </strong>deve existir tanto na <em>linguagem de programação</em> quanto na <em>tecnologia</em>, ou seja, os <strong>serviços </strong>devem tratar todas <em>linguagens</em> e <em>tecnologias </em>que o consomem da mesma forma, ignorando distinções como por exemplo <a title="Ordenação de bytes no hardware" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Extremidade_(ordena%C3%A7%C3%A3o)" target="_blank">big-endian ou little-endian</a> (ordem dos bytes nas palavras).</li>
</ul>
</li>
<li>Aspectos positivos:
<ul>
<li>Esse <strong>princípio </strong>é rotineiramente aplicado hoje em dia, não possui dificuldades em sua <strong>implementação</strong>;</li>
<li>Permite que agentes humanos interajam com <strong>sistemas complexos</strong> de forma simples, já que a suas <strong>interfaces </strong>são de simples compreensão.</li>
</ul>
</li>
<li>Dificuldades:
<ul>
<li>Algumas dificuldades podem ser encontradas com <strong>linguagens </strong>mais antigas ou menos poderosas, como <strong>Cobol</strong>. O fato de serem menos complexas leva ao fato de poder exigir um certo esforço para converter os dados de modo a deixar as chamadas transparentes a qualquer <em>consumidor</em>.</li>
</ul>
</li>
<li>Exemplo:
<ul>
<li><strong>Situação inicial</strong>: Disponibilizamos um <strong>serviço</strong> que conta o número de verbos em um texto. Para isso, o serviço faz uma lista de palavras e, iterando essa lista, verifica quais são verbos, em um dicionário.</li>
<li>&#8230;
<pre style="font-size:12px">  public Integer numeroDeVerbos(String texto){
    // quebro o texto nos espaços em branco
    String [ ] arrayDePalavras = texto.split(" ");  

    int contador = 0; // contador de verbos
    for (int i = 0; i&lt;arrayDePalavras.length; i++){

      // verifica se a palavra é verbo
      if ( PalavraEVerbo(arrayDePalavras[i]) ){
        // se a palavra é verbo, acrescenta 1 no contador
        contador ++;
      }
    }

    return contador;
  }</pre>
<p>&#8230;</li>
<li><strong>Situação secundária</strong>: Queremos disponibilizar, além do <strong>serviço</strong> inicial, dois novos <strong>serviços</strong>. Um deles que retornará o número de substantivos de um texto e o outro o número total de verbos + substantivos.</li>
<li>&#8230;
<pre style="font-size:12px;">public Integer numeroDeVerbos(String texto){
	String [ ] arrayTemp = contaVerbosESubstantivos(texto);
	return arrayTemp[0];
}

public Integer numeroDeSubstantivos(String texto){
	String [ ] arrayTemp = contaVerbosESubstantivos(texto);
	return arrayTemp[1];
}

public Integer numeroDeVerbosESubstantivos(String texto){
	String [ ] arrayTemp = contaVerbosESubstantivos(texto);
	return arrayTemp[0] + arrayTemp[1];
}

/*
* esse método retorna um array com 2 posições,
* na primeira delas o total de verbos do texto, na segunda,
* o total de substantivos
*/
private Integer [ ] contaVerbosESubstantivos(String texto){
  // quebro o texto nos espaços em branco
  String [ ] arrayDePalavras = texto.split(" "); 

  int contadorDeVerbos = 0; // contador de verbos
  int contadorDeSubstantivos = 0; // contador de substantivos

  for (int i = 0; i&lt;arrayDePalavras.length; i++){
    // verifica se a palavra é verbo
    if ( PalavraEVerbo(arrayDePalavras[i]) ){ 

      // se a palavra é verbo, acrescenta 1 no contador
      contadorDeVerbos ++;

    }else if(PalavraESubstantivo(arrayDePalavras[i])){

      // se a palavra é substantivo, acrescenta 1 no contador
      contadorDeSubstantivos ++; 

    }
  }

  Integer [ ] retorno = {contadorDeVerbos, contadorDeSubstantivos};
  return retorno;
}</pre>
<p>&#8230;</li>
<li>Na visão do <strong>usuário </strong>existem 2 novos <strong>serviços </strong>e o <strong>serviço </strong>antigo funciona como antes.</li>
<li>Na visão do <strong>implementador</strong>, ele <strong>abstraiu a lógica do serviço</strong> inicial (numeroDeVerbos) e criou um <em>método</em> privado (contaVerbosESubstantivos) para <strong>reutilizar o código</strong> nos novos <em>métodos</em> (numeroDeSubstantivos e numeroDeVerbosESubstantivos) e o primeiro <strong>serviço</strong> continuou tendo a mesma <em>funcionalidade </em>de antes.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-modelo-canonico-em-uma-abordagem-soa/' rel='bookmark' title='O Modelo Canônico em uma abordagem SOA'>O Modelo Canônico em uma abordagem SOA</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
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		</item>
		<item>
		<title>Princípios Básicos de SOA &#8211; Baixo Acoplamento</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-baixo-acoplamento/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-baixo-acoplamento/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 12:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo técnico]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[SOA para iniciantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse terceiro post da sequência de princípios básicos de SOA, falarei sobre a que talvez seja a característica mais discutida na Arquitetura Orientada a Serviços: Baixo Acoplamento. Citarei apenas os principais aspectos, que são descritos mais claramente nesse post sobre Baixo Acoplamento. Serviços Possuem Baixo Acoplamento 3. Princípio: Serviços têm baixo acoplamento O que é: [...]
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/03/o-papel-dos-repositorios-soa/' rel='bookmark' title='O papel dos Repositórios SOA'>O papel dos Repositórios SOA</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse terceiro post da sequência de princípios básicos de <strong>SOA</strong>, falarei sobre a que talvez seja a característica mais discutida na <em><strong>Arquitetura Orientada a Serviços</strong></em>: <strong>Baixo Acoplamento</strong>. Citarei apenas os <em>principais aspectos</em>, que são descritos mais claramente nesse <a title="Baixo Acoplamento" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/07/baixo-acoplamento/" target="_blank">post sobre <strong>Baixo Acoplamento</strong></a>.</p>
<div class="img aligncenter size-full wp-image-797" style="width:500px;">
	<img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/3-carac_baixoacoplamento.png" alt="" width="500" height="329" />
	<div>Serviços Possuem Baixo Acoplamento</div>
</div><br />
<span id="more-781"></span></p>
<p>3. Princípio: <strong>Serviços têm baixo acoplamento</strong></p>
<ul>
<li>O que é:
<ul>
<li>O <strong>baixo acoplamento</strong> de um serviço está relacionado com a sua capacidade de ser independente de outros <strong>serviços</strong> para realizar a sua tarefa;</li>
<li>Além do <strong>baixo acoplamento</strong>, é importante que um serviço tenha <em>alta coesão</em>, ou seja, a sua atividade seja bem <em>definida e coerente</em>;</li>
<li>Existem alguns tipos de acoplamentos:
<ul>
<li><strong>Acoplamento de Implementação</strong></li>
<li><strong>Acoplamento de Contrato</strong></li>
<li><strong>Acoplamento de Service Policies</strong></li>
<li><strong>Acoplamento de Processos</strong></li>
<li><strong>Acoplamento de Estrutura de Dados</strong></li>
<li><strong>Acoplamento de Infraestrutura</strong></li>
<li><strong>Acomplamento Semântico</strong></li>
</ul>
</li>
<li>A<strong> <a title="Interoperabilidade com Web Services" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/06/interoperabilidade-com-web-services/" target="_blank">interoperabilidade dos serviços</a></strong> permite que clientes projetados em diversas tecnologias de <em>linguagem de programação</em> possam acessar os <strong>serviços</strong> de forma transparente. Com esse intuito, alguns padrões foram criados pela <em>Web Services Interoperability</em> (<em>WS-I</em>) para as interfaces dos serviços.</li>
</ul>
</li>
<li>Aspectos positivos:
<ul>
<li>Hoje em dia os <em>ambientes de desenvolvimento</em> são cada vez mais heterogêneos. Um sem-número de tecnologias são utilizadas paralelamente e isso não deve influenciar na utilização dos <em>serviços</em>, que são tratados pela implementação de maneira idêntica;</li>
<li>A adoção de uma boa prática de <strong>desacoplamento</strong> faz com que as estruturas respeitem um padrão utilizado dentro do <em>ambiente corporativo</em>;</li>
<li>O <strong>desacoplamento</strong> aumenta o potencial de <em>reúso</em> do conjunto de serviços;</li>
</ul>
</li>
<li>Dificuldades:
<ul>
<li>Identificar os pontos de <strong>acoplamento</strong> potencialmente elimináveis;</li>
<li>Criar serviços totalmente <strong>desacoplados</strong> de qualquer estrutura, já que não existem padrões definidos para determinadas soluções (como por exemplo o uso de <strong>ESB</strong>&#8216;s, no caso do <strong>desacoplamento de Infraestrutura</strong>).</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Como havia dito no post anterior, sobre <strong><a title="Princípios Básicos de SOA: Contrato Formal" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-contrato-formal/" target="_blank">Contratos Formais</a></strong>, os <em>princípios de <strong>SOA</strong></em> se autocompletam. O <strong>desacoplamento</strong> dos serviços também se relaciona com a criação dos <em>contratos</em>, assim como favorece o <strong><a title="Princípios Básicos de SOA: Serviços Reutilizáveis" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-servicos-reutilizaveis/" target="_blank">reúso</a></strong>.</p>
<p>No próximo post falarei sobre <em>abstrair a lógica dos serviços</em>, que favorece a interação de sistemas complexos.</p>
<p>Até mais!</p>
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/03/o-papel-dos-repositorios-soa/' rel='bookmark' title='O papel dos Repositórios SOA'>O papel dos Repositórios SOA</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Princípios Básicos de SOA &#8211; Contrato Formal</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-contrato-formal/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 12:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo técnico]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[SOA para iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[principios]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um post que trata dos conceitos básicos de SOA, com o objetivo de ajudar aqueles que procuram saber o que é SOA ou definições comuns como WSDL, SOAP e ESB. No post anterior falei sobre o primeiro princípio de SOA, que trata de definir que Serviços devem ser Reutilizáveis. Nesse post falarei sobre o [...]
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/08/aplicacao-de-metodologia-agil-em-consultorias-soa/' rel='bookmark' title='Aplicação de Metodologia Ágil em Consultorias SOA'>Aplicação de Metodologia Ágil em Consultorias SOA</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/03/o-papel-dos-repositorios-soa/' rel='bookmark' title='O papel dos Repositórios SOA'>O papel dos Repositórios SOA</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um post que trata dos <em>conceitos básicos de <strong>SOA</strong></em>, com o objetivo de ajudar aqueles que procuram saber <strong><a title="O que é SOA?" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/o-que-e-soa/" target="_blank">o que é SOA</a></strong> ou definições comuns como <strong>WSDL</strong>, <strong>SOAP</strong> e <strong>ESB</strong>.</p>
<p>No post anterior falei sobre o primeiro princípio de <em><strong>SOA</strong></em>, que trata de definir que <a title="Princípios Básicos de SOA - Serviços Reutilizáveis" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2009/03/principios-basicos-de-soa-servicos-reutilizaveis/" target="_blank">Serviços devem ser Reutilizáveis</a>. Nesse post falarei sobre o segundo princípio que diz que os serviços devem possuir contratos formais.</p>
<div class="img aligncenter size-full wp-image-772" style="width:500px;">
	<img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/2-carac_contratoformal.png" alt="" width="500" height="336" />
	<div>Serviços compatilham um Contrato Formal</div>
</div>
<p><span id="more-759"></span></p>
<p>2. Princípio: <strong>Todo serviço deve ter um contrato formal</strong></p>
<ul>
<li>O que é:
<ul>
<li><strong>Contratos</strong> são documentos textuais que descrevem o que o serviço faz. Os <strong>padrões WSDL</strong> (<em>Web Service Description Language</em>), <strong>UDDI</strong> (<em>Universal Description Discovery and Integration</em>) e <strong>SOAP</strong> (<em>Simple Object Access Protocol</em>) são muito utilizados no dia-a-dia.</li>
<li>O <strong>padrão <a title="O Modelo de Processamento SOAP" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/07/modelo-de-processamento-soap/" target="_blank">SOAP</a></strong> é  utilizado pelos <em>Web Services</em> e é responsável por definir o modelo da <em>troca de mensagens</em>. Para isso utiliza um arquivo XML que define envelopes e os nós intermediários da comunicação.</li>
<li>O <strong>padrão <a title="Anatomia WSDL" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/08/anatomia-do-wsdl/" target="_blank">WSDL</a></strong> é responsável por <em>identificar</em> o protocolo e o endereço no qual um serviço está publicado, assim como seus parâmetros de entrada e saída.</li>
<li>O <strong>padrão UDDI</strong> permite que os serviços sejam <em>categorizados</em>, porém sem fornecer uma riqueza de textos para que buscas por um serviço específico sejam feitas.</li>
</ul>
</li>
<li>Aspectos positivos:
<ul>
<li>Esses <strong>contratos</strong> são capazes de traduzir com detalhes a funcionalidade dos <em>serviços</em> especificados para que os clientes possam buscá-los e utilizá-los conforme a sua necessidade.</li>
</ul>
</li>
<li>Dificuldades:
<ul>
<li>Para que todos os detalhes de implementação de um serviço sejam especificados, são necessários diversos <em>padrões de contratos</em> a serem utilizados por toda a corporação. Isso pode se tornar uma tarefa complexa caso haja a necessidade de migração de documentos (já criados) para o conjunto de <em>padrões</em> escolhidos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Os padrões básicos de SOA se autocompletam. Assim sendo, fica claro que a presença de contratos formais auxilia em um outro padrão a será discutido mais pra frente, que define que os <strong>serviços devem ser localizáveis</strong>.</p>
<p>No próximo post falarei sobre a característica de <strong>baixo acoplamento</strong>, que os <em>serviços</em> devem possuir dentro da <em><strong>Arquitetura Orientada a Serviços</strong></em>.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Princípios Básicos de SOA &#8211; Serviços Reutilizáveis</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo técnico]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[SOA para iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[principios]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade à série de posts que introduzem conceitos que exlicam o que é SOA, escreverei uma série de posts explicando cada um dos princípios básicos de SOA, que para muitos definem o que é a Arquitetura Orientada a Serviços: Serviços são reutilizáveis; Serviços compartilham um contrato formal; Serviços possuem baixo acoplamento; Serviços abstraem a [...]
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade à série de posts que introduzem conceitos que exlicam <strong><a title="Conceitos básicos de SOA" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/o-que-e-soa/" target="_blank">o que é SOA</a></strong>, escreverei uma série de posts explicando cada um dos <em>princípios básicos de <strong>SOA</strong></em>, que para muitos definem o que é a <em><strong>Arquitetura Orientada a Serviços</strong></em>:</p>
<ul>
<li>Serviços são <strong>reutilizáveis</strong>;</li>
<li>Serviços compartilham um <strong>contrato formal</strong>;</li>
<li>Serviços possuem <a title="Baixo Acoplamento" href="../2008/07/baixo-acoplamento/" target="_blank"><strong>baixo acoplamento</strong></a>;</li>
<li>Serviços <strong>abstraem a lógica</strong>;</li>
<li>Serviços são <strong>capazes de se compor</strong>;</li>
<li>Serviços são <strong>autônomos</strong>;</li>
<li>Serviços evitam <strong>alocação de recursos</strong> por longos períodos;</li>
<li>Serviços devem possuir a <strong>capacidade de serem descobertos</strong>.</li>
</ul>
<p><span id="more-725"></span></p>
<p>As oito <em>características</em> dos serviços são úteis para definir o ambiente teórico no qual a <strong><em>Arquitetura Orientada a Serviços</em></strong> deve ser implementada. Apesar de serem de simples explicação, os <em>princípios</em> que descreverei necessitam de uma certa experiência prática para serem aplicadas já que a cultura dentro do ambiente corporativo sofrerá profundas alterações, assim sendo, cabe observar algumas possíveis dificuldades na aplicação deles dentro da empresa.</p>
<p>1. Princípio: <strong>Serviços devem ser reutilizáveis</strong></p>
<ul>
<li>O que é:
<ul>
<li>Um <strong>serviço reutilizável</strong> é aquele que não carrega <em>particularidades técnicas</em> de uma implementação ou <em>regra de negócio</em> específica e é genérico o suficiente para atender outros projetos.</li>
</ul>
</li>
<li>Aspectos positivos:
<ul>
<li>Um <strong>serviço reutilizável</strong> abrange diversos cenários de uso por consistir em uma <em>lógica mais genérica</em>. Isso é mais simples quando a construção dos serviços é feita de forma corporativa, como nas fábricas de software.</li>
</ul>
</li>
<li>Dificuldades:
<ul>
<li>A criação de um <strong>serviço de caráter reutilizável</strong> necessita de <em>maior esforço</em> já que a sua necessidade só surge quando os usuários do serviço se deparam com ela e, além disso, a implantação e os <em>testes</em> são tarefas não-triviais a serem executadas por terem uma especificação abrangente.</li>
<li>As <em>modificações</em> em um serviço tendem a afetar diversas <em>áreas de negócios</em>, o que pode ser um empecilho, já que não é possível indisponibilizar o acesso ao cliente, para que as alterações que o transformem em serviço generalizado sejam feitas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>No próximo post falarei um pouco mais sobre o <em>segundo princípio de <strong>SOA</strong></em>: os <strong>contratos formais de serviços</strong>. Além disso, apresentarei alguns protocolos, como o <em>WSDL</em>.</p>
<p>Related posts:<ol>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-modelo-canonico-em-uma-abordagem-soa/' rel='bookmark' title='O Modelo Canônico em uma abordagem SOA'>O Modelo Canônico em uma abordagem SOA</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é SOA?</title>
		<link>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/o-que-e-soa/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/o-que-e-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 12:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo técnico]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[SOA para iniciantes]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo dessa série de posts é a fundamentação básica do mundo SOA. Aqui no blog temos discutidos diversos tópicos avançados a respeito de SOA, e até mesmo por pedidos de alguns visitantes, segue aqui uma visão inicial do que seria a Arquitetura Orientada a Serviços, se tivéssemos que a definir em poucas palavras. Esse [...]
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-modelo-canonico-em-uma-abordagem-soa/' rel='bookmark' title='O Modelo Canônico em uma abordagem SOA'>O Modelo Canônico em uma abordagem SOA</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo dessa série de posts é a fundamentação básica do <strong>mundo <em>SOA</em></strong>.</p>
<p>Aqui no <em>blog</em> temos discutidos diversos tópicos avançados a respeito de <em><strong>SOA</strong></em>, e até mesmo por pedidos de alguns <em>visitantes</em>, segue aqui uma <strong>visão inicial</strong> do que seria a <em><strong>Arquitetura Orientada a Serviços</strong></em>, se tivéssemos que a definir em poucas palavras.</p>
<p>Esse post é escrito para aqueles que são iniciantes na abordagem de <em><strong>Arquitetura Orientada a Serviços</strong></em>. Recentemente essa área ganhou muito espaço no meio corporativo, com ela muitos são os <strong>conceitos</strong> presentes em documentos que tratam de <em><strong>SOA</strong></em> e para os iniciantes o assunto torna-se um bicho de sete cabeças.</p>
<h3><strong>Origem de SOA</strong></h3>
<p>O <em>desenvolvimento</em> de aplicações em <em>ambientes corporativos</em> ganhou, com o tempo, proporções que não poderiam ser previstas a curto prazo. Esse <em>crescimento desordenado</em> criou uma espécie de <em>&#8220;colcha de retalhos&#8221;</em> onde cada componente é desenvolvido para ligar 2 pontos específicos e possuem <a title="Baixo Acoplamento" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/07/baixo-acoplamento/" target="_blank"><strong>alto acoplamento</strong></a> dentro do <em>sistema</em> fazendo com que haja uma <strong>grande redundância de funcionalidades</strong>.</p>
<div class="img aligncenter size-full wp-image-519" style="width:500px;">
	<img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/11/arquitetura_tradicional.jpg" alt="" width="500" height="301" />
	<div>Arquitetura Tradicional</div>
</div>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>O que é acoplamento?</strong> É o nível de interdependência entre os <em>módulos</em> de um <strong>sistema</strong>. Por outro lado, um <em>módulo</em> é considerado <strong>coeso</strong> quando possui uma atividade bem definida. (<a title="Baixo Acoplamento" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/07/baixo-acoplamento/" target="_blank">veja mais</a>)</p>
<p style="text-align: center;"><div class="img size-full wp-image-520 aligncenter" style="width:499px;">
	<img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/11/acoplamento.jpg" alt="" width="499" height="180" />
	<div>Definição de Acoplamento</div>
</div>
<p style="text-align: center;">
<p>Diferentemente do que as pessoas pensam, <em><strong>SOA</strong></em> não se trata de uma simples invenção. A <em><strong>arquitetura orientada a serviços</strong></em> nada mais é que a evolução natural da <em>arquitetura de sistemas tradicional</em> para solucionar as necessidades de desenvolvimento e capacidade de adaptação às novas demandas de mercado, que se faz cada vez mais exigente em qualidade e agilidade.</p>
<p>Para os <em>desenvolvedores</em> isso significa ter que criar <strong>sistemas</strong> semelhantes com ajustes particulares para cada componente. Para as <em>empresas</em> isso significa <em>dinheiro</em> jogado fora, já que os <strong>componentes</strong> poderiam ter sido feitos voltados para o reúso.</p>
<h3>O que SOA não é</h3>
<p>Para reforçar a <strong>definição de <em>SOA</em></strong> cabe deixar explícito o que não faz parte desse conceito. Para começar, vale deixar claro que <em><strong>SOA</strong></em> <em>não</em> é uma <em>tecnologia</em>. <em><strong>SOA</strong></em> é mais baseada em <em>logística</em> e conceitos e menos em <em>ferramentas</em>.</p>
<p><em><strong>SOA</strong></em> <em>não</em> é um <em>produto</em>, portanto não é possível comprar <em><strong>SOA</strong></em>.</p>
<p>Os conceitos de <em><strong>Arquitetura Orientada a Serviços</strong></em>, <strong>WebServices</strong>, <strong>XML</strong> e <strong>BPM</strong> são relacionados no mundo <em><strong>SOA</strong></em>, mas são distintos no mundo de TI, portanto:</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>SOA</strong></em> != <strong>WebServices</strong> != <strong>XML</strong> != <strong>BPM</strong></p>
<h3>Definição de SOA</h3>
<blockquote><p><em><strong>SOA</strong></em> é uma abordagem <strong>arquitetural</strong> corporativa que permite a criação de <em>serviços de negócio interoperáveis</em> que podem facilmente ser <strong>reutilizados</strong> e <strong>compartilhados</strong> entre <em>aplicações</em> e <em>empresas</em>.</p></blockquote>
<h3>Princípios Básicos de SOA</h3>
<p>Segue abaixo uma lista com os 8 <em>princípios básicos</em> da <em><strong>Arquitetura Orientada a Serviços</strong></em>.</p>
<ul>
<li>Serviços são <strong>reutilizáveis</strong>;</li>
<li>Serviços compartilham um <strong>contrato formal</strong>;</li>
<li>Serviços possuem <a title="Baixo Acoplamento" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/07/baixo-acoplamento/" target="_blank"><strong>baixo acoplamento</strong></a>;</li>
<li>Serviços <strong>abstraem a lógica</strong>;</li>
<li>Serviços são <strong>capazes de se compor</strong>;</li>
<li>Serviços são <strong>autônomos</strong>;</li>
<li>Serviços evitam <strong>alocação de recursos</strong> por longos períodos;</li>
<li>Serviços devem possuir a <strong>capacidade de serem descobertos</strong>.</li>
</ul>
<p>Em breve escreverei com mais detalhes sobre cada um deles.</p>
<p>Por fim, não posso deixar de agradecer a ajuda especial do <em>Rafael</em> no desenvolvimento do post!</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>[]&#8216;s</p>
<p>&#8211; Gabriel</p>
<p>Related posts:<ol>
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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