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	<title>Aquele blog de SOA</title>
	
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	<description>SOA? Veja bem...</description>
	<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 13:31:03 +0000</pubDate>
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		<title>A revolução do DDA</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 13:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>frosato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gerais]]></category>

		<category><![CDATA[SOA]]></category>

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		<description><![CDATA[No segundo semestre de 2009 está previsto o lançamento do DDA (Débito Direto Autorizado), considerado a próxima revolução no sistema de pagamentos brasileiro. 
Coincidência ou não, a sigla do projeto confunde-se com a sigla do Distúrbio de Déficit de Atenção, que é um transtorno neurobiológico, ou seja, não tem relação alguma com o assunto deste post.
Mas [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo semestre de 2009 está previsto o lançamento do DDA (Débito Direto Autorizado), considerado a próxima revolução no sistema de pagamentos brasileiro. </p>
<p>Coincidência ou não, a sigla do projeto confunde-se com a sigla do Distúrbio de Déficit de Atenção, que é um transtorno neurobiológico, ou seja, não tem relação alguma com o assunto deste post.</p>
<p>Mas voltando ao débito direto autorizado. A idéia é muito boa, onde o DDA é mais um sistema que promete facilitar a forma de emissão de compromissos de pagamentos. Hoje, os boletos ou títulos são emitidos em papel pelos bancos cedentes que os enviam aos clientes (devedores), que por sua vez escolhem a instituição de pagamento.</p>
<p>Com o novo sistema, os bancos cedentes verificam se o cliente (devedor) está cadastrado no débito direto autorizado, geram o boleto ou título eletrônico e enviam ao DDA, que armazena as faturas eletrônicas. O banco do cliente (devedor) consulta no DDA esses títulos eletrônicos e os disponibilizam nos seus canais eletrônicos. Com isso, o cliente devedor pode utilizar qualquer um desses canais disponibilizados no seu banco para realizar o pagamento do boleto ou título eletrônico.</p>
<p>Os benefícios são clichês: agilidade, conveniência, eficiência para o mercado, integração, solução de vanguarda, segurança, menos filas nas agências. Porém, um dos benefícios merece destaque que é a redução de papel, como a transação é eletrônica, não iremos mais receber aqueles boletos indesejados que colocamos sob o imã da geladeira para não se esquecer do compromisso. O portal de notícias InfoMoney publicou ontem (29/12) uma matéria, onde dizia que <a href="http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1471381&amp;path=/suasfinancas/">“a expectativa da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) é de diminuir em 50% a emissão de boletos impressos em três anos.”</a></p>
<p>Esta matéria do InfoMoney também destaca os investimentos em TI que esse novo sistema de pagamentos demandará, principalmente em servidores e <em>storage</em>, pelas instituições participantes do projeto, neste caso os próprios bancos.</p>
<p>Além disso, na minha visão, uma arquitetura orientada a serviços serve como uma “luva” para a solução do DDA. Particularmente não tenho qualquer informação técnica sobre este projeto. Algum leitor deste blog conhece algum detalhe que poderia compartilhar conosco?</p>
<p>A Febraban possui um site com mais alguns detalhes sobre o projeto DDA. Quem tiver interesse é só acessar: <a href="http://www.febraban.org.br/projetodda">www.febraban.org.br/projetodda</a></p>
<p>No mais, feliz 2009 a todos os leitores do blog. Obrigado a todos que também contribuíram e ajudaram em 2008 a construir este espaço de propagação de conhecimento. Até 2009!!!</p>
<p>[]&#8217;s</p>
<p>Fábio Rosato</p>


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		<title>Projeto de serviços: contratos, camadas e EDA.</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 14:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo S. Sinis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Metodologias]]></category>

		<category><![CDATA[SOA]]></category>

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		<description><![CDATA[SOA tem uma base sólida em Design by Contract (DbC) e Component Based Development (CBD). Isso implica em questões interessantes sobre serviços: contratos e interfaces; camadas e serviços; EDA.
Contratos e interfaces 
Podemos considerar serviços como interfaces que definem uma topologia corporativa. Alguns autores enfatizam que é possível definir SOA como “Arquitetura Orientada a Interfaces”, mas [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>SOA tem uma base sólida em Design by Contract (DbC) e Component Based Development (CBD). Isso implica em questões interessantes <a rel="nofollow" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/10/anatomia-do-servico-parte-2/" target="_new">sobre serviços</a>: contratos e interfaces; camadas e serviços; EDA.</p>
<p><strong>Contratos e interfaces </strong></p>
<p>Podemos considerar serviços como interfaces que definem uma topologia corporativa. Alguns autores enfatizam que é possível definir SOA como “Arquitetura Orientada a Interfaces”, mas com um foco corporativo, não no contexto de uma única aplicação. Desenvolver para interfaces traz grandes benefícios.</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/servicoCliente.png" alt="" /></p>
<p>Uma interface encapsula um determinado backend e deve ser projetada como um contrato, um acordo entre consumidor e fornecedor. De forma que, se o cliente cumprir sua parte (pré-condições), o serviço garante o resultado especificado (pós-condições) com algumas exceções também especificadas. Caso o cliente não garanta a sua parte no acordo, o serviço tem seu comportamento comprometido de forma imprevisível.</p>
<blockquote><p><strong>Pré-condições: </strong>são os parâmetros de entrada e os estados do sistema que devem ser validados antes da “execução” do serviço.</p>
<p><strong>Pós-condições:</strong> especificação do estado do sistema (por exemplo, objetos criados ou destruídos, atributos e relacionamentos alterados) ou os parâmetros de saídas garantidos/válidos após a “execução” do serviço. Em outras palavras, o resultado esperado da “execução” do serviço.</p>
<p><strong>Exceções:</strong> todas as situações em que a “pós-condição” não pode ser garantida, mesmo com a “pré-condição” atendida.</p></blockquote>
<p>As definições de “pós-condições”, “pré-condições” e “exceções” não devem ter um caráter de documentação. A atitude mental deve ser de projetar um contrato que proporcione a maior coesão possível, obtida com refinamentos sucessivos (durante todo o ciclo de vida do serviço o contrato deve ser considerado e evoluído), pois todas as decisões neste âmbito terão conseqüências diretas na arquitetura corporativa.</p>
<p>No contrato é especificado onde ficará a lógica, evitando, sobretudo, redundância e falta de coesão. Se uma determinada lógica estiver coesa com o serviço (normalmente a lógica utiliza somente os dados encapsulados no serviço), ela é implementada no próprio serviço, “disparando” possíveis exceções. Caso contrário, o cliente implementaria ou delegaria a lógica (cumprindo as pré-condições) para garantir a execução e obter o resultado esperado. Portanto, a lógica nunca dever ser duplicada no serviço e no cliente.</p>
<p>Alterações devem respeitar o contrato. Em uma alteração do contrato, ou seja, alteração da interface de um serviço, todos os seus clientes devem ser revistos. Interfaces publicadas devem ser bem projetadas, para garantir mudanças de forma controlada. Testes automatizados para garantir o contrato também são importantes, tornando alterações viáveis.</p>
<p>Serviços encapsulam os dados de seu backend - essa é uma questão essencial. Caso um determinado cliente esteja utilizando dados obtidos por intermédio de um serviço para a “execução” de uma regra de negócio, provavelmente essa regra ficaria mais coesa no serviço, não no cliente, ou seja, o serviço deveria fornecer uma operação que encapsula a regra, retornando, por exemplo, um boolean, evitando desta forma que o cliente receba dados desnecessários.</p>
<p>Seguindo o mesmo princípio, um serviço não deve receber dados de outros serviços para cumprir uma regra de negócio. Normalmente, tudo o que recebem são seus próprios dados ou, no máximo, identificadores únicos de conceitos de outros serviços, nunca dados/objetos que não estejam coesos.</p>
<p>Eventualmente, temos regras de negócio que não pertencem exclusivamente a um serviço (utilizam dados/objetos de vários serviços). Neste caso, um serviço composto pode oferecer uma pequena camada de código que orquestra dois ou mais serviços, a fim de cumprir a regra. O serviço composto seqüencia as operações de outros serviços mais básicos, criando uma indireção.</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/servicoComposto.png" alt="" width="480" height="191" /></p>
<p>Serviços encapsulam seus dados, por isso, sempre achei estranhas as abordagens de BI com SOA. BI consolida dados, para isso, consomem dados; serviços seguem o caminho oposto, escondem dados. Ainda temos questões de desempenho envolvidas pela característica distributiva dos serviços. No entanto, <a rel="nofollow" href="http://www.infoq.com/articles/BI-and-SOA" target="_new">um interessante artigo da InfoQ</a>, mostra que SOA com EDA pode, em muitos casos, substituir abordagens ETL para consolidar bases, com vantagens, para apoiar iniciativas de BI. EDA é um tema pouco explorado, mas que merece muito mais atenção do que tem recebido no Brasil. EDA usa mensagens assíncronas e promove baixo acoplamento de forma muito interessante; favorece, também, abordagem com BAM e CEP.</p>
<p><strong>Camadas e serviços</strong></p>
<p>A identificação de serviços é uma tarefa importante. As operações de um serviço devem estar coesas com seus dados e com sua interface. Além disso, os serviços devem fazer sentido para o negócio. <a rel="nofollow" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/anatomia-do-servico-o-que-e-afinal/" target="_new">Neste artigo, existem alguns tipos de serviços básicos definidos por Thomas Erl. </a></p>
<p>Contudo, serviços bem identificados não bastam. Serviços devem ter o máximo de independência possível. <a rel="nofollow" href="http://www.martinfowler.com/bliki/LayeringPrinciples.html" target="_new">Pensar serviços em termos de camadas traz benefícios importantes</a>, pois essa abordagem pode evitar que seus serviços fiquem parecidos com a figura abaixo. <a rel="nofollow" href="http://www.soacorporativa.com.br/2008/10/22/realidade-do-esb-sem-soa/" target="_new">Usar uma ferramenta ESB não resolve.</a></p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/figESB1.png" alt="" width="474" height="261" /></p>
<p>Pode-se citar como exemplo aplicações que são divididas em camadas (apresentação, aplicação, negócios, infra-estrutura), possibilitando que as alterações sejam contidas. Dessa forma, alterações simples na apresentação ou na persistência não obrigam que quase todo o sistema seja alterado como conseqüência direta.</p>
<p>A abordagem com camadas possui regras simples. A camada mais alta usa vários serviços definidos pela camada mais baixa, mas a camada mais baixa ignora a existência da camada mais alta. Além disso, cada camada normalmente esconde suas camadas mais baixas, conceito conhecido como “camada opaca”; mas também são possíveis &#8220;camadas transparentes&#8221;, conforme a figura abaixo.</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/camadas.png" alt="" /></p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.soamethodology.com/p5.asp" target="_new">Thomas Erl define algumas camadas básicas para SOA </a>(são possíveis abordagens mais elaboradas com mais camadas, por exemplo, uma camada para serviços de entidades compostos e outra para serviços básicos), na figura abaixo.</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/soaServicos.png" alt="" width="470" height="321" /></p>
<p>No caso de serviços básicos, que encapsulam diretamente o domínio (serviços de entidade, por exemplo), é interessante também que sejam controladas as trocas de mensagens de diretas na mesma camada. Neste caso, podemos usar uma camada superior como indireção, orquestrando serviços da camada inferior. Com essa abordagem, temos um controle da dependência de forma mais simples possível. Apesar de sua característica “procedural”, essa abordagem evita dependências cíclicas. No geral, não existem respostas fácies, pois existem muitas outras variáveis como, por exemplo, desempenho, cada caso deve ser avaliado.</p>
<p><strong>Event-driven architecture</strong></p>
<p>Conforme mencionado anteriormente, abordagens <a rel="nofollow" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Event_Driven_Architecture" target="_new">EDA </a>promovem um grande desacoplamento. EDA não é apenas uma questão arquitetural, pois eventos são encontrados no negócio. Um evento pode ser qualquer alteração de estado do negócio. Essa abordagem deve ser seriamente considerada em todos sistemas em uma estratégia SOA.</p>
<p>Normalmente, um sistema que origina o evento envia uma mensagem para uma ferramenta ESB, por exemplo. A ferramenta notifica todos os serviços que assinaram o evento , alterando o fluxo mais comum de uma abordagem SOA ( request-and-reply pattern ) para uma abordagem &#8220;inversa&#8221; ( publish-and-subscribe pattern). Em certos cenários são possíveis combinações das abordagens.</p>
<p>Fluxo mais comum de uma abordagem SOA:</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/soaRR.PNG" alt="" /></p>
<p>Event Driven Architecture:</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/soaPS.PNG" alt="" /></p>


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		<title>Conferência da Qualidade de Sofware</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/QD40JJ4-Ng4/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/conferencia-da-qualidade-de-sofware/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 19:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcilio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 4 e 5 de dezembro (quinta e sexta-feira), acontecerá em São Paulo a 1ª Conferência de Qualidade de Sofware. Evento organizado pela ASR consultoria, com participação de diversas empresas de TI especialistas no assunto.
Fui convidado para fazer uma apresentação no primeiro dia. O tema será: &#8220;Governança de serviços e qualidade arquitetural em SOA&#8221;. Discutiremos sobre [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/11/banner_evento_qualidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-615" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/11/banner_evento_qualidade.jpg" alt="" width="480" height="131" /></a>Nos dias 4 e 5 de dezembro (quinta e sexta-feira), acontecerá em São Paulo a <strong>1ª Conferência de Qualidade de Sofware. </strong>Evento organizado pela ASR consultoria, com participação de diversas empresas de TI especialistas no assunto.</p>
<p>Fui convidado para fazer uma apresentação no primeiro dia. O tema será: <strong>&#8220;Governança de serviços e qualidade arquitetural em SOA&#8221;. <span style="font-weight: normal;">Discutiremos sobre controle de qualidade de mecanismos arquiteturais e gestão de serviços. A idéia é ressaltar os cuidados essenciais com qualidade em uma Arquitetura Orientada a Serviço, e traçar um paralelo entre Qualidade x Reúso x Governança SOA, com conceitos, alguns exemplos práticos de cases e ferramentas.</span></strong></p>
<p>Mais detalhes, alguns links abaixo:</p>
<ul>
<li><a title="Proramaçao do evento" href="http://www.asrconsultoria.com.br/OpenNews/AgendaDetail_EXE.php?var_pkNews=75" target="_blank">Programação (lista de palestras e empresas)</a></li>
<li><a href="http://www.asrconsultoria.com.br/ " target="_blank">Site da ASR Consultoria</a></li>
<li><a href="http://www.testexpert.com.br/?q=node/1123" target="_blank">Blog do Robson</a></li>
</ul>
<p>[]s<br />
Marcílio</p>


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		<item>
		<title>SOA Self Assessment</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/pRdpECAkyNM/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/soa-self-assessment/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 03:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcilio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<category><![CDATA[Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.aqueleblogdesoa.com.br/?p=605</guid>
		<description><![CDATA[Se você está montando um plano de implantação de SOA na sua empresa, o primeiro passo é definir seus objetivos, conhecer sua realidade, definir o nível de maturidade atual e o desejado. Como? Realizando um SOA assessment!
O SOA Self Assessment é uma das práticas mais aplicadas para avaliação do nível de maturidade e elaboração de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está montando um plano de implantação de SOA na sua empresa, o primeiro passo é definir seus objetivos, conhecer sua realidade, definir o nível de maturidade atual e o desejado. Como? Realizando um SOA assessment!</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-608" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2008/11/soa_self_assessment.jpg" alt="" width="200" height="169" />O SOA Self Assessment é uma das práticas mais aplicadas para avaliação do nível de maturidade e elaboração de um roadmap próprio de implantação de SOA.</p>
<p>Diversos fornecedores disponibilizam Self Assessments através questionários com feedbacks automáticos. É bastante interessante. Outros oferecem assessments presenciais apenas, que, na minha opinião, é o que funciona de verdade!</p>
<p>Embora um bom SOA Assessment deva ser realizado avaliando características de negócio e arquiteturais não tão &#8220;objetivas&#8221;, é sempre bom dar uma zapeada pelos Self Assessments automáticos disponibilizados na web. Alguns exemplos:</p>
<ul>
<li><a href="https://roianalyst.alinean.com/calculators/hp/hpsoa/" target="_blank"><strong>HP </strong>SOA Maturity Assessment</a>.<a href="https://roianalyst.alinean.com/calculators/hp/hpsoa/" target="_blank"></a></li>
<li><a href="http://www-01.ibm.com/software/solutions/soa/soaassessment/index.html" target="_blank"><strong>IBM</strong> SOA Self Assessment</a>. <a href="http://www-01.ibm.com/software/solutions/soa/soaassessment/index.html" target="_self"></a></li>
<li><a href="http://soa3.a4webhost.net/" target="_blank"><strong>SoftwareAG </strong>SOA Technology Assessment</a>. <a href="http://soa3.a4webhost.net/" target="_blank"></a></li>
<li><a href="https://roianalyst.alinean.com/ent_02/AutoLogin.do?d=383292476744537995" target="_blank"><strong>JBoss </strong>SOA Assessment</a>.</li>
</ul>
<p>Estes assessments já estão disponibilizados há um bom tempo (alguns há muito tempo até), mas algumas pessoas já me perguntaram sobre isso&#8230; e como ainda não havia nada no blog falando a respeito, fica aí a referência.</p>
<p>Obs: Só tome cuidado, é um diagnóstico rápido e superficial! Não o use como norte para sair por aí comprando <img src='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>[]s<br />
Marcílio</p>


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		<title>Ahh Shucks, SOA Is A Failure</title>
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		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/ahh-shucks-soa-is-a-failure/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 02:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcilio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<category><![CDATA[erros comuns]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal,
uma das formas mais legais que já vi de ilustração sobre erros comuns em SOA.
Post escrito pelo Frank Kenney, mandando muito bem, pra variar.
Fiz um copy completo do post, que não dá pra resumir sem perder a graça!  Visita obrigatória no blog de origem.

Ahh Shucks, SOA Is A Failure
November 12th, 2008 ·Frank Kenney

Yea, I [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,<br />
uma das formas mais legais que já vi de ilustração sobre erros comuns em SOA.<br />
<a title="Post do Frank Kenney" href="http://blogs.gartner.com/frank_kenney/2008/11/12/ahh-shucks-soa-is-a-failure/" target="_blank">Post </a>escrito pelo <a title="Frank Kenney Profile" href="http://www.gartner.com/AnalystBiography?authorId=15960" target="_blank">Frank Kenney</a>, mandando muito bem, pra variar.</p>
<p>Fiz um copy completo do post, que não dá pra resumir sem perder a graça!  Visita obrigatória no <a href="http://blogs.gartner.com/frank_kenney/" target="_blank">blog de origem</a>.</p>
<blockquote>
<h3>Ahh Shucks, SOA Is A Failure</h3>
<p><em>November 12th, 2008 ·Frank Kenney<br />
</em></p>
<p><em></em>Yea, I feel your pain. So much time effort and money put into SOA and it is a complete a dismal failure. Sorry to have misled you. Daryl Plummer and I are deep in depression. Sucks to be us. Oh well here’s some free advice to help you get by. In fact I will make this very easy for you. All you have to do is copy and paste the following, substituting your name for the big red <span style="color: red;">XXXX</span>.</p>
<p>——————————————————————————cut here</p>
<p>To the CIO, CEO, CFO, CTO and shareholders,</p>
<p>As a result of the following I can now only deduce that SOA is a failure and any attempts at SOA will result in failure. Under my direction:</p>
<ul>
<li>I have failed to associate our SOA initiatives with our business needs, therefore I cannot show any value for the hundreds of services we have created ,</li>
<li> I have failed to properly create and support an SOA Center of Excellence, Steering Committee or Competency Center,</li>
<li> I have failed to enlist the executive staff as true supporters and evangelistscfor our SOA efforts.</li>
<li> I chose to buy an ESB prior to truly understanding our SOA infrastructure needs (In reality this wasn’t my fault, the vendor said it was super duper necessary)</li>
<li> I have failed to provide my developers incentives to reuse artifacts,</li>
<li> It was not my responsibility to follow what was going on next door where there was a separate team dealing with BPM, I mean they are two different initiatives,</li>
<li> I firmly believe that SOA is nothing more than fancy CORBA or COM.</li>
</ul>
<p>Despite all of the things I have NOT done, SOA has failed. My additional failure to recognize and implement best practices that have been proven successful in many other companies worldwide also play into the failure of SOA.</p>
<p>Oh well, we should move on and try something new. On the bright side 70% of our initiatives fail anyway. The failure of SOA is SOA’s fault not mine.</p>
<p>Thanks for understanding and I’d like to declare in advance that Cloud Computing, Virtualization and SaaS will be failures under my direction as well.</p>
<p>Thanks for listening</p>
<p><span style="color: red;">XXXX</span></p>
<p>Project Manager, EA Artchitect, Lead Developer (Choose One)</p>
<p>———————————————————————-cut here</p>
<p>Email this to the largest DL you can find, and rejoice in the fact that you are not alone. Many others feel the same way.</p>
<p>-f</p>
<p><strong>P.S. You failed, not SOA. Now go resign.</strong></p></blockquote>
<p>PS: Repasse esta carta para um amigo arquiteto!</p>
<p>PS2: L. Frank Kenney (<a href="http://blogs.gartner.com/frank_kenney/">http://blogs.gartner.com/frank_kenney/</a>) is a Research Director for Applications Strategy and Governance in Gartner Research, where he is responsible for research in the governance of SOA infrastructure initiatives, Web services, business-to-business integration software, strategies, methodologies and technologies including SOA, EDI, FTP and XML.</p>


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		<item>
		<title>Segurança é ponto crítico em SOA e serviços web</title>
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		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/seguranca-e-ponto-critico-em-soa-e-servicos-web/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 13:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcilio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[A discussão sobre riscos de segurança com adoção de SOA remete a uma discussão ainda maior: sobre a necessidade de uma preparação inicial (interna) nas empresas antes de se aventurar em projetos SOA. Eu, particularmente, tenho uma opinião forte de que não dá para rodar um primeiro projeto corporativo com Arquitetura Orientada a Serviço sem [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão sobre riscos de segurança com adoção de SOA remete a uma discussão ainda maior: sobre a necessidade de uma preparação inicial (interna) nas empresas antes de se aventurar em projetos SOA. Eu, particularmente, tenho uma opinião forte de que não dá para rodar um primeiro projeto corporativo com Arquitetura Orientada a Serviço sem antes definir uma série de mecanismos arquiteturais que amenizem alguns riscos.</p>
<p>Exemplos: Mecanismo de Segurança de Serviços, Mecanismos de testes de serviços, Mecanismo de controle de &#8220;runtime Policies&#8221;,  etc&#8230;</p>
<p>Para as empresas que fizeram o dever de casa, estruturaram seu grupo de arquitetura (ou núcleo SOA), evoluiram a Arquitetura de referência e criaram seus mecanismos arquiteturais e de governança, essa preocupação é bem menor&#8230;</p>
<p>Abaixo, dois trechos interessantes falando sobre um dos fatores críticos na adoção de SOA: segurança.</p>
<p>&#8212;&#8212;</p>
<blockquote>
<h4>Segurança desencoraja uso de SOA e webservice</h4>
<p><em>Silvia Balieiro, da Info CORPORATE<br />
12/11/2008</em></p>
<p>SÃO PAULO - Na opinião de executivos de TI, o uso de SOA e webservices traz muitos riscos à segurança das empresas.</p>
<p>A informação vem de uma pesquisa global encomendada pela CA. Os números apontam que 43% dos executivos de TI classificam as ameaças à segurança como o item mais crítico na implementação de SOA e de webservices.</p>
<p>Os profissionais entrevistados disseram ter enfrentado uma média de sete ataques ao XML relacionado à Arquitetura Orientada a Serviço (SOA) e ao webservice no ano passado. 57% dos pesquisados admitiram já ter adiado ou atrasado algum projeto desse gênero devido à preocupações com segurança.</p>
<p>Outro dado do estudo mostra que, para 93% dos homens de TI é fundamental a integração do SOA e dos webservices com as soluções de gestão de acesso e identidade. E 43% desses profissionais já fizeram essa integração.</p></blockquote>
<p>&#8212;</p>
<blockquote>
<h4>Segurança é ponto crítico em SOA e serviços web</h4>
<p><em>fonte: TI Inside: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=102376&amp;C=262</em></p>
<p>&#8220;A questão de segurança é a principal preocupação das empresas na tomada de decisões em relação a implementação de arquitetura orientada a serviços (SOA, na sigla em inglês) e de serviços de Web. De acordo com uma pesquisa global, patrocinada pela CA, 43% dos executivos sênior de TI classificam as ameaças à segurança como o item mais crítico na implementação de aplicações de SOA e de serviços baseados na Web.&#8221;</p></blockquote>


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		<item>
		<title>Anatomia do serviço. O que é, afinal?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/1W3VWMdC7k8/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/anatomia-do-servico-o-que-e-afinal/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 13:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo S. Sinis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<category><![CDATA[CBD]]></category>

		<category><![CDATA[DbC]]></category>

		<category><![CDATA[ESB]]></category>

		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Sistemas possuem diversas necessidades. Para apoiar o negócio, sistemas precisam executar regras de negócio, fluxo do processo de negócio, lógica de conectividade, persistir dados em algum lugar. Por isso, aplicações são divididas em camadas, deixando esses aspectos mais organizados (apresentação, aplicação, negócios, infra-estrutura), possibilitando que alterações sejam contidas, por exemplo, alterações simples na apresentação ou [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sistemas possuem diversas necessidades. Para apoiar o negócio, sistemas precisam executar regras de negócio, fluxo do processo de negócio, lógica de conectividade, persistir dados em algum lugar. Por isso, aplicações são divididas em camadas, deixando esses aspectos mais organizados (apresentação, aplicação, negócios, infra-estrutura), possibilitando que alterações sejam contidas, por exemplo, alterações simples na apresentação ou na persistência não obriguem que quase todo o sistema seja alterado como conseqüência direta.</p>
<p>Pensando corporativamente, a situação fica mais complicada. Processos de negócio atravessam diversas áreas e sistemas de uma empresa, obrigando constantes integrações. Muitos sistemas duplicam regras de negócio e é necessária uma lógica de conectividade muito complexa.</p>
<p>Para evitar que pequenas alterações no processo de negócio ou em regras de negócio sejam inviabilizadas, obrigando grandes alterações em diversos sistemas, algumas abordagens são necessárias como, por exemplo, CBD, DbC, SOA. Essas abordagens, assim como camadas, lidam com limitações humanas, por exemplo, memória limitada dificultando a manutenção de processos grandes e complexos, mas com um foco corporativo.</p>
<p>SOA busca agilizar alterações no processo de negócio, dividindo sistemas em <strong>serviços </strong>que possibilitam a separação da lógica do processo de negócio da logica do domínio. <strong>Podemos considerar serviços como interfaces que definem uma topologia corporativa. </strong>Obter serviços bem projetados é o principal desafio.</p>
<p>Abordagens como SOA evitam o desenvolvimento baseado em silos (que misturam todo tipo de lógica):</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/silos.png" alt="" width="496" height="133" /></p>
<p>Simplesmente ligar todos esses silos criando pontes (ESB) no estilo “mega construções” da discovery não resolve o problema. Como mostra <a rel="nofollow" href="http://jim.webber.name/" target="_new">Jim Webber</a>, Ph.D., Global Architecture Lead, ThoughtWorks.</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/silosPonte.png" alt="" width="496" /></p>
<p>A bagunça continuaria (muito acoplamento), muitas vezes, <a rel="nofollow" href="http://www.soacorporativa.com.br/2008/10/22/realidade-do-esb-sem-soa/" target="_new">escondida dentro de um ESB</a>.  Algo parecido com isso:</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/figESB1.png" alt="" width="496" /></p>
<p>Serviços bem projetados são essenciais, principalmente serviços que ajudam a separar a lógica de regras de negócio da lógica dos processos de negócio, possibilitando uma evolução mais independente.</p>
<p>Contamos com serviços básicos que encapsulam regras de negócio, representando um conceito principal da corporação (isolando um domínio específico), evitando duplicidade de regras e acoplamento de conceitos de negócio importantes.</p>
<p>Contamos também  com serviços que orquestram esses serviços mais básicos, criando uma indireção, para atender uma tarefa do processo de negócio, ou ainda, para publicar algum passo do UC que precisa ser corporativo.</p>
<p>O processo de negócio, muitas vezes instanciado com ajuda de linguagens como BPEL, orquestra todos tipos de serviços.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.soaprinciples.com/default.asp" target="_new">Thomas Erl </a>classifica como SOA contemporâneo os serviços que seguem princípios específicos, quais sejam: a reutilização; o contrato formal; o baixo acoplamento; a autonomia; entre outros. Serviços servem a propósitos diferentes e desempenham papéis muito distintos. A classificação dos serviços em uma corporação é essencial para o sucesso da abordagem.</p>
<p>Existem várias formas de categorização de serviços, considerando o tipo de lógica encapsulada, o potencial de reutilização, a origem, os domínios existentes e a segurança, entre outros. Existem vários autores com abordagens diferentes; Thomas Erl, por exemplo, define algumas classificações em seu livro. Exemplos: Application Service; Business Service; Controller Service; Coordinator; Entity-centric business sevice; Integration service; process service; task-centric business service; Utility Service; Wrapper service;</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.soamethodology.com/p5.asp" target="_new">Há três classificações de serviço</a> principais definidas por Erl - usando uma abordagem em camadas:</p>
<p><img src="http://www.sinis.com.br/fig/soaServicos.png" alt="" width="496" /></p>
<p><strong>&#8211; Entidade</strong></p>
<p>Representa conceitos principais em uma organização, também conhecidos como serviços básicos por alguns autores. Uma rede hoteleira, por exemplo, poderia ter um Serviço Hotel. Esse serviço teria como responsabilidade obter apartamentos disponíveis e ocupar apartamentos. E, ainda, poderíamos ter um Serviço Cliente, para tratar questões coesas com clientes.</p>
<p>É considerado um serviço altamente reutilizável porque é agnóstico a maior parte dos processos de negócio. Algumas técnicas de identificação de componentes de negócio podem auxiliar na identificação deste serviço.</p>
<p><strong>&#8211; Tarefa</strong></p>
<p>Representa uma tarefa do processo de negócio.  Este tipo de serviço tende a ter menor potencial de reutilização (mas com grande ganho quando reutilizado) e geralmente é responsável por “orquestrar” serviços de Entidade. Além disso, é responsável por garantir a pré-condição dos serviços que “orquestra”.</p>
<p>Um serviço de reserva, por exemplo, poderia ser uma tarefa de um processo maior, ficando responsável por “orquestrar” os serviços Cliente (capacidade: verifica cliente aprovado) e Hotel (capacidade: ocupar apartamento) para efetuar a reserva.  O SOMA, metodologia da IBM para SOA, fornece estratégias interessantes para a identificação destes serviços.</p>
<p><strong>&#8211; Utilitários</strong></p>
<p>Serviços não associados diretamente ao processo de negócio e também não associados aos conceitos principais corporativos. Exemplos: retorna se um ano é bissexto; converte unidades de medida. Também podem assumir um caráter mais tecnológico ou de infra. Possuem alta reutilização.</p>
<p>Serviços bem projetados são essenciais para SOA, no entanto, não podemos esquecer que uma arquitetura provada (mecanismos funcionando e consolidados) e uma governança bem definida (com quem eu reclamo se meu serviço cair? como encontrar serviços?) também são essenciais.</p>
<p>Continuação dos posts: anatomia do serviço <a rel="nofollow" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/09/anatomia-do-servico-parte-1/" target="_new">parte 1</a> e <a rel="nofollow" href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/10/anatomia-do-servico-parte-2/" target="_new">parte 2.</a></p>


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			<wfw:commentRss>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/anatomia-do-servico-o-que-e-afinal/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Para Software AG, SOA e BPM têm grande oportunidade com a crise</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/RQsWFgrGC6k/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/para-software-ag-soa-e-bpm-tem-grande-oportunidade-com-a-crise/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 17:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcilio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, um post aproveitando a discussão sobre a crise x SOA. Agora com uma visão mais otimista.
**********************************************************************
Karl-Heinz Streibich, CEO da companhia, estima surgimento de novas e mais exigências regulatórias podem impulsionar avanço dessas tecnologias.
Por Fabiana Monte, do COMPUTERWORLD*
04 de novembro de 2008 - 15h38

O CEO da Software AG, Karl-Heinz Streibich, acredita que atual instabilidade econômica [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, um post aproveitando a discussão sobre a crise x SOA. Agora com uma visão mais otimista.</p>
<p>**********************************************************************</p>
<p><strong>Karl-Heinz Streibich, CEO da companhia, estima surgimento de novas e mais exigências regulatórias podem impulsionar avanço dessas tecnologias.<br />
</strong><em>Por Fabiana Monte, do COMPUTERWORLD*<br />
04 de novembro de 2008 - 15h38<br />
</em></p>
<p>O CEO da Software AG, Karl-Heinz Streibich, acredita que atual instabilidade econômica mundial é uma boa oportunidade para impulsionar a adoção de SOA, BPM e BAM, devido ao possível surgimento de novas exigências regulatórias no sistema financeiro e em outras industrias.</p>
<p>“TI será uma ferramenta para garantir o compliance regulatório de forma rápida e com o menor custo possível”, afirmou o executivo durante o Innovation World, evento promovido pela Software AG em Miami.</p>
<p>Para Streibich, temas como compliance e gerenciamento de riscos ganharão ainda mais foco com a crise financeira. Por isso, a implementação de políticas individuais de gerenciamento de risco, por meio de SOA e BPM, será uma vantagem competitiva não apenas para instituições financeiras, mas para companhias com atuação em todas as indústrias.</p>
<p>Na visão do CEO da Software AG, a adoção de SOA permite as empresas um melhor posicionamento para realizar fusões, aquisições. “SOA é a Perestroika da indústria de TI”, exagerou Streibich.</p>


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			<wfw:commentRss>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/para-software-ag-soa-e-bpm-tem-grande-oportunidade-com-a-crise/feed/</wfw:commentRss>
		<feedburner:origLink>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/para-software-ag-soa-e-bpm-tem-grande-oportunidade-com-a-crise/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Sobre SOA</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/qNCVwzePu2A/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2008/11/sobre-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 00:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>frosato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[SOA]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste post, meu amigo Giscard Fernandes nos oferece a sua visão prática sobre SOA, seu relacionamento com tecnologias importantes como RFID e IMS. Giscard trabalha na NEC do Brasil, é um profissional respeitado no desenvolvimento de software para centrais telefônicas e RFID, possui experiência internacional em projetos no Japão e nos EUA.



Bom, existe hoje uma [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste post, meu amigo Giscard Fernandes nos oferece a sua visão prática sobre SOA, seu relacionamento com tecnologias importantes como RFID e IMS. Giscard trabalha na NEC do Brasil, é um profissional respeitado no desenvolvimento de software para centrais telefônicas e RFID, possui experiência internacional em projetos no Japão e nos EUA.</p>
<table width="500px" border="0" cellpadding="1" cellspacing="5" bgcolor="#F7F7F7">
<tr>
<td>
Bom, existe hoje uma grande gama de informações sobre SOA, contudo muita gente ainda não entende o que SOA significa; principalmente pessoas que não trabalham na area de TI.</p>
<p>Neste artigo vou tentar responder algumas perguntas e explicar o que é uma arquitetura orientada a serviço, bem como outros items relacionados ao tema.</p>
<p><strong>1. O que é uma Arquitetura Orientada a Serviço?</strong></p>
<p>De uma forma bem simples podemos dizer que um serviço é algo que você faz para alguém. Também de uma forma simplificada podemos definir arquitetura como desenho, modelo ou idéia que permite atingir algum objetivo.</p>
<p>Portanto, podemos dizer que desenvolver uma arquitetura orientada a serviço nada mais é que conceber um modelo que vai permitir prover um determinado tipo de serviço. Abaixo vou citar alguns exemplos, por ordem de evolução:</p>
<ul>
<li>Água e Esgoto: Existem empresas que utilizam uma Rede de Saneamento Básico para proverem o serviço de Água e Esgoto.</li>
<li>Energia Elétrica: Existem empresas que utilizam uma Rede Elétrica para proverem o serviço de eletricidade.</li>
<li>Telecomunicação: Existem empresas que utilizam uma Rede de Telecomunicação para promoverem o serviço de comunicação.</li>
</ul>
<p>Alguns destes serviços são prestados fazem séculos, e ninguém fala sobre eles com entusiasmo ou como uma novidade; ao contrário de SOA; contudo pode ter certeza que quando os mesmos foram criados uma grande expectativa e debates foram colocados sobre o tema. Um ponto importante a citar é que todos os serviços citados anteriormente possuem uma característica em comum que é a dependencia de uma infra-estrutura previamente instalada. Ou seja, para poder usar o telefone é necessário existir uma rede para transportar sua voz, para utilizar a agua encanada é preciso ter um encanmento ligando sua casa a Estação de Agua e Esgoto.</p>
<p>Transportando esse conceito para o mundo de TI de uma forma totalmente simplificada teríamos aplicações que vão fornecer informações (serviço) para outras aplicações (ou pessoas) utilizando um &#8220;barramento&#8221; apropriado para isso. Hoje, o melhor que temos para representar este barramento é o conceito de ESB (Enterprise Service Bus).</p>
<p><strong>2. Porque se fala tanto de SOA?</strong></p>
<p>Vimos que SOA é um conceito simples, velho e até básico quando abordado fora do mundo de TI. Então, porque se fala tanto de SOA, porque esse novo &#8220;paradigma&#8221; no desenvolvimento de software é tão especial?</p>
<p>O primeiro ponto para tal explicação é que, empresas que prestam serviço possuem softwares que ajudam na automação. Ou seja, o software não foi criado para a empresa gerar negócio ou prover algo a mais para o cliente; o software foi criado para ajudar a automatizar tarefas do dia a dia. Isso não é de todo ruím, contudo o software não evolui com o negócio da empresa continua cada vez mais uma ferramenta de automação. SOA prega softwares que vão ser concebidos de modo que permita melhorar o negócio da empresa.</p>
<p>Para explicar um segundo ponto vou fazer analogias entre os exemplos citados acima em diferentes épocas de maturidade da tecnologia:</p>
<ul>
<li>No começo: Pessoas cavavam buracos de metros para conseguir agua; empresas queimavam carvão para conseguir energia; telefones permitiam a comunicação com um pequeno grupo de pessoas; desenvolvia-se software que jamais sairiam de um computador ou falaria com alguém mais que não seu dono/codificador/testador/operador.</li>
<li>Após algumas melhorias: Pessoas se juntavam para cirar projetos de irrigação, pequenos centrais já podiam gerar energia para bairros ou cidades, telefonemas poderiam ser feito para várias pessoas desde que passasse por uma operadora (pessoa que fechava o circuito da chamada), softwares podiam comunicar um com os outros através de transferencia de dados manuais utilizando media como o disquete.</li>
<li>Serviço Maduro: Rede de Esgoto permite fornecer agua para maior parte da população, infra-estrutura de energia elétrica leva energia a milhões de pessoas a preços acessiveis, a telefonia é tão automatica quanto falar pessoalmente, softwares podem falar um com outro facilmente através de interfaces e padrões bem definidos.</li>
<li>Futuro: Surgem privadas/banheiros/pia/piscina que utilizam a Rede de Esgoto, surgem TVs/computadores/microondas que utilizam a rede de energia, surgem celulares/fax/internet que utilizam a rede de telefonia para conectar pessoas, surgem softwares com vida capaz de receber informações que encadeiam uma séria de operações e que também são capazes de gerar informações que podem desencadear uma séria de operações</li>
</ul>
<p>O maior entusiasmo em cima de SOA não é no que SOA faz, mas sim no que vai vir a fazer. E isso é como 2+2=4, depois que se existe uma infra-estrutura para um determinado serviço, empresas a inventam produtos que podem ser acopladas a essa infra-estrutura de forma a inovar o serviço cada vez mais.</p>
<p><strong>3. Porque SOA não estourou?</strong></p>
<p>Apesar de termos países onde SOA é mais popular e outros menos, podemos dizer que de uma forma geral SOA ainda é uma tecnologia em crescimento (no ponto de vista comercial, porque tecnicamente está bem preparada).</p>
<p>O primeiro motivo disso vem do próprio conceito que SOA prega, alterar o paradigma de desenvolver aplicações afeta as empresas diretamente, pois as mesmas possuem um legado e nem sempre é facil transformar o legado em SOA. Muitas empresas pregam o uso de Conectores (que são interfaces para acoplar uma aplicação legada ao ESB) contudo SOA está longe de ser um simples plugar de software no barramento ESB. Os softwares legado tem que passar por uma alteração a mais para que o conceito de SOA seja aplicado realmente.</p>
<p>O segundo motivo está diretamente ligada a infra-estrutura que SOA precisa, não da pra falar da noite pro dia que vai usar SOA, muito menos fazer o próximo sistema orientado a serviço se todo os outros aplicativos da empresa não o são. SOA requer investimento em infra-estrutura (Servidores, ESBs), e com certeza vai requerer uma melhoria na Rede de Computadores para comportar as novas informações.</p>
<p>O terceiro motivo está ligado na capacitação das empresas de TI em entederem o negócio da empresa cliente que quer implementar SOA. Como dito anteriormente, desenvolvedores da area de TI foram educados e cresceram em um ambiente onde o software é uma ferramenta de automação e não uma ferramenta para melhorar a prestação de serviços. Com essa imaturidade o que temos no final é uma perda de credibilidade que é perceptivel a empresa cliente, o que leva a uma desconfiança e cria uma barreira ao investir na tecnologia.</p>
<p>Contudo acho válido citar que novas tecnologias estão nascendo já levando em conta o uso de SOA. Duas delas em especial dificilmente vamos conseguir escapar - RFID e IMS. De uma maneira bem simplista podemos descrever RFID como dar aos produtos a capacidade de emitir informações sobre si mesmo e IMS como uma plataforma para prestar serviços multimedia (telefonia, video, mensagem, etc) utilizando a rede IP. Uma pergunta básica e inevitavel é: voce enxerga hoje um mundo sem código de barras ou sem comunicação (seja por telefone ou internet)?; se a resposta é não comece a levar em consideração SOA pois RFID e IMS vão estar intimamente ligados a esse conceito.</p>
<p><strong>4. O que fazer para SOA virar uma realidade?</strong></p>
<p>Eu acredito que existem três conceitos macros a serem seguidos para ajudar SOA a ser implantado. Um deles dependem das empresas clientes e os outros dois das empresas que se propõe a implantar SOA.</p>
<p>Primeiro a obrigação do cliente, SOA deve ser vendido para a diretoria como um investimento em infra-estrutura. Tentar vender a idéia de que a nova aplicação a ser comprada pela empresa vai trazer com ela SOA por um preço e prazo a mais é pedir um não. Que diretor vai aprovar 100 da sua verba para comprar uma aplicação sendo que pode gastar 40 pela mesma aplicação. Se você trabalha em uma empresa que vai comprar SOA e acredita no potencial de SOA, venda SOA pelo o que ela é - uma infra-estrutura que vai permitir cirar novas aplicações ou alterar as já existentes de modo a melhor atender o negócio das empresas.</p>
<p>Empresas de TI tem que atuar de forma mais conjunta com seus clientes, querer enfiar SOA guela a baixo em um projeto é a mesma coisa que encher de mais o balão, ele com certeza vai estourar. E o que é pior, as vezes ele vai enchendo, enchendo, enchendo e quando estoura o barulho é grande.<br />
Implantação de SOA tem que ser visto pelas empresas de TI como uma parceria, a infra-estrutura tem que ser gasta em conjunto - cliente entra com dinheiro e fornecedor com mão de obra qualificada - e num primeiro momento objetivando lucro baixo. Empresas de TI não tem que ganhar dinheiro com infra-estrutura de SOA e sim com as aplicações que vão rodar nessa infra-estrutura.</p>
<p>O último conceito é bem comercial, e consiste em vender SOA pelo que ela é, e não como um milagre que vai resolver tudo que existe no cliente. É muito comum ver empresas de TI mostrar ferramentas de sOA onde é possivel desenhar o processo da empresa e deixar implicito que qualquer leigo vai poder alterar o sistema de forma milagrosa e tudo vai funcionar. Isso num primeiro momento impressiona, mas ninguém fecha negócio no ato, quando se para um pouco para pensar percebe-se que tudo não passou de uma jogada comercial.</p>
<p>Pessoalmente, gosto muito de pensar em SOA como redes de computadores (vou chamar de Rede IP para simplificar). Quando as Redes IPs começaram a ser implantadas, muitos achavam caro, esperaram para investir, pensavam que não precisavam. Agora me diga se hoje existe alguma empresa que se arrepende de ter criado uma infra-estrutura de Rede IP na empresa? Que empresa compra um desktop ou notebook sem levar em consideração que o mesmo vai ser conectado a intranet? Que empresa acha que não deveria ter um servidor de email porque o software requer investimento?</p>
<p>SOA não vai ser diferente, pense nisso&#8230;</p>
<p>[]&#8217;s<br />
Giscard Fernandes</p>
</td>
</tr>
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		<title>Com crise, organizações adiam investimentos em SOA</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 17:21:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E aí, pessoal? Vocês que estão no front, concordam com a visão do Gartner?
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Com crise, organizações adiam investimentos em SOA 
A adoção da arquitetura orientada aos serviços perde velocidade rapidamente, segundo pesquisa do Gartner
Infoworld, EUA
Publicada em 04 de novembro de 2008 às 17h29
O número de organizações planejando adotar SOA caiu para 25% na pesquisa do [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>E aí, pessoal? Vocês que estão no front, concordam com a visão do Gartner?</p>
<p>****************************************************************</p>
<p><strong>Com crise, organizações adiam investimentos em SOA </strong></p>
<p>A adoção da arquitetura orientada aos serviços perde velocidade rapidamente, segundo pesquisa do Gartner</p>
<p>Infoworld, EUA</p>
<p>Publicada em 04 de novembro de 2008 às 17h29</p>
<p>O número de organizações planejando adotar <a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2006/07/17/idgnoticia.2006-07-17.3732358054/">SOA</a> caiu para 25% na pesquisa do Gartner sobre o tema em 2008. Para se ter uma idéia, esse número foi de 53% na pesquisa do ano passado.</p>
<p>Cresceu o número de organizações que não pensam em adotar SOA. De 7% em 2007 para 16% em 2008. A dramática queda de interesse em SOA, relata o Gartner, está acontecendo desde o início de 2008.</p>
<p>O instituto faz essa pesquisa há cinco anos e essa foi a primeira vez em que registrou queda nos números, disse Dan Sholler, vice-presidente de pesquisas no Gartner. &#8220;Estamos vendo organizações que, por várias razões, não pretendem fazer nada específico para SOA,&#8221; disse.</p>
<p>No geral, as organizações planejam menos projetos em 2009 e SOA também foi atingido.</p>
<p>O Gartner apontou uma mudança no que as empresas pensam sobre SOA. Se antes o conceito era visto como uma modificação inevitável para as corporações, a idéia está mudando. As empresas avaliam SOA e decidem não gastar tempo ou dinheiro nele.</p>
<p>O Gartner ouviu mais de 200 empresas durante os meses de maio e julho de 2008. Outras três pesquisas subseqüentes foram realizadas pelo instituto em conferências realizadas em várias partes do mundo, com 119 entrevistados.</p>
<div class="font">Paul Krill – InfoWorld, EUA</div>


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